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terça-feira, 1 de outubro de 2013

5 fatos curiosos sobre a aspirina

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A aspirina é um medicamento muito utilizado no mundo todo. O principal ingrediente da aspirina, que é encontrado em extratos vegetais, tem sido usado por séculos como analgésico.

No final de 1800, um químico sintetizou um composto, chamado ácido acetilsalicílico, que foi bem tolerado pelas pessoas e transformado nos comprimidos das famosas aspirinas que nós utilizamos hoje.

Além de aliviar a dor, a aspirina pode ter vários outros efeitos sobre o corpo. Agora vamos apresentar para vocês 5 fatos curiosos sobre a aspirina:


1 – Aspirina reduz o risco de ataques cardíacos - Tomar uma dose baixa de aspirina por dia pode reduzir o risco de ataques cardíacos. Isso porque a aspirina impede que as células chamadas plaquetas se aglomerem dentro dos vasos sanguíneos.

Segundo a American Heart Association, é recomendado o uso de aspirina diariamente para pessoas com alto risco de ataque cardíaco, ou que tenham sobrevivido a um ataque cardíaco. No entanto, as pessoas devem falar com o seu médico antes de adotar a aspirina, pois o medicamento pode ter efeitos secundários, como o aumento do risco de hemorragia gastrointestinal.


2 – Aspirina aumenta o risco de zumbido no ouvido - Tomar aspirina pode aumentar o risco de zumbido nos ouvidos. O risco é mais provável entre aqueles que tomam altas doses de aspirina, de 8 a 12 comprimidos por dia.

Segundo a Universidade da Califórnia, o ácido salicílico, um produto da decomposição do principal ingrediente da aspirina, pode danificar o ouvido interno.


3 – Aspirina reduz o risco de câncer - Estudos descobriram uma ligação entre tomar aspirina regularmente e um risco reduzido de câncer, principalmente o câncer de cólon. Um estudo publicado em 2011 descobriu que tomar duas aspirinas por dia reduz a taxa de câncer de cólon em 63% das pessoas com alto risco de câncer. Outro estudo publicado descobriu que a aspirina diária diminuiu o risco de morte por câncer.

Apesar da crescente evidência ligando o uso regular de aspirina com um risco reduzido de câncer, a droga ainda não é recomendada como uma maneira de prevenir a doença.


4 – Aspirina aumenta o risco de síndrome de Reye - Crianças que tomam aspirina podem estar em um risco aumentado de síndrome de Reye, uma doença rara, caracterizada por lesões cerebrais súbitas e por problemas de fígado. Os sintomas podem incluir vômitos prolongados, confusão mental e convulsões

A aspirina é aprovada para uso em crianças com mais de 2 anos de idade, mas o medicamento nunca deve ser dado a crianças que estão se recuperando de uma gripe ou de catapora.


5 – Aspirina e Problemas na gravidez - A aspirina e outros medicamentos não-esteróides anti-inflamatórios (NAIDS), não são recomendados durante a gravidez, especialmente no último trimestre. A aspirina afeta a coagulação do sangue e pode aumentar o risco de sangramento na mãe ou no feto. O medicamento também pode afetar a capacidade dos vasos sanguíneos no coração do bebê.


Fonte: Livescience.

Leia Mais no SitedeCuriosidades.com: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/5-fatos-curiosos-sobre-a-aspirina.html

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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Flórida cria lei para controlar uso abusivo de analgésicos - Nos EUA analgésico mata mais que cocaína

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BBC Brasil 

Flórida cria lei para controlar uso abusivo de analgésicos

Governador lamentou a facilidade para comprar remédios
 na Flórida, que vive epidemia
O uso abusivo de analgésicos levou a Flórida a criar uma lei, que entra em vigor nesta sexta-feira, para restringir a prescrição do medicamento. Segundo pesquisas médicas, a overdose desses remédios causa mais mortes no Estado americano do que a cocaína.

Na cerimônia de promulgação da nova lei, o governador Rick Scott lamentou a facilidade em se comprar remédios altamente viciantes, como o Oxycocodone, no Estado.

Segundo um relatório da associação Florida Medical Examiners, cerca de sete pessoas morreram por dia na Flórida vítimas de overdose de analgésicos, entre janeiro de 2009 e junho de 2010.

O número supera o das mortes por overdose de cocaína na Flórida, nos dias atuais, e até mesmo as cifras relacionadas às epidemias de crack, nos anos 1980, e de heroína, na década de 1970, de acordo com a associação.

Segundo a associação de parentes das vítimas StoppNow, apenas no sul da Flórida (que concentra uma população de 5 milhões) existem 183 clínicas dedicadas ao tratamento de dores e a receitar analgésicos. Em todo o Estado são 900 centros.

Epidemia

Autoridades de saúde consideram que o Estado vive uma epidemia e falam em uma indústria por trás da venda deliberada de remédios à base de ópio. No condado de Broward, por exemplo, existem mais clínicas de tratamento contra a dor do que lojas da rede McDonald´s.

Um dos focos da campanha contra a overdose de analgésicos é a droga Oxycodone. O relatório da Florida Medical Examiners cita a venda de 400 milhões de pílulas por ano, a maioria para viciados no remédio.

O médico e especialista em saúde pública Elmer Huerta disse à BBC Mundo que o Oxycodone “é uma das drogas mais abusivas dos Estados Unidos. Quando você toma, sente que está em outro mundo, num estado de indiferença”.

Turismo médico

A StoppNow diz ainda que milhares de americanos viajam todos os anos para a Flórida a fim de conseguir receitas para analgésicos.

Em abril deste ano, o governo Barack Obama lançou um plano nacional para controlar o uso abusivo de remédios.

Uma das medidas do plano é alertar os médicos para que reduzam a prescrição de analgésicos com alto poder de vício.