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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Scooter feita com maconha é considerada a mais sustentável do planeta

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Veículo fabricado na Holanda a partir de plantas traz composição livre de plásticos e metais

Seria possível fabricar um veículo sustentável apenas com materiais não poluentes? Uma empresa holandesa chamada Waarmakers garante que sim ao lançar a scooter elétrica Be.e, concebida principalmente a partir de plantas – incluindo até maconha na composição.


O objetivo da empresa responsável pelo projeto é comprovar que fibras naturais sustentáveis podem sim, substituir as estruturas já produzidas em aço para o mercado automotivo, oferecendo o mesmo desempenho e potência.


A estrutura do veículo elétrico “mais verde do planeta” - que será testado oficialmente a partir de 2014 em Amsterdam, na Holanda - é composto por bio-resina, linho, cola e cânhamo (maconha).

De acordo com o fabricante, o grande feito do projeto desenvolvido em parceria com outras empresas locais (a Van.eko, a Nabasco - o fornecedor do bioplástico - e o centro de pesquisa da Universidade Inholland) é a estrutura de monobloco de alta resistência, que dispensa cerca de 50 itens normalmente incluídos na fabricação de veículos convencionais.

>> Clique aqui e veja em vídeo a Be.e Scooter em ação



Desempenho
A scooter ecológica Be.e é capaz de realizar percursos e velocidades razoáveis para sua categoria. Com velocidade máxima de até 90 Km/h, ela necessita de apenas sete segundos para ir de 0 a 50 quilômetros por hora.

A simpática Be.e é equipada com bateria de até duas horas de duração, compatível com tomadas de 220V. Seu recarregamento se dá em cerca de 4 horas. Como diferencial o veículo traz tambérm um vidro frontal especial contra chuvas, que melhora a visão do condutor.


A princípio, o fabricante declara que a e-scooter não será comercializada. A ideia é disponibilizar o produto apenas para aluguel por temporada, como já ocorre com o sistema de locação de bicicletas no país europeu.

Pense Carros

segunda-feira, 8 de julho de 2013

‘Namur, o gigante adormecido”…, de Rob Kinsey

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Mundomoto





A cidade foi tomada dos celtas por Júlio César, em tempos de Império Romano…





Namur contnua linda, e protegida pelo forte da Citadela…


Cada esporte tem seu próprio local sagrado, Wimbledon, Wembley, Mônaco F1, Masters Golf de Augusta Georgia, todos eles evocam memórias especiais entre os fãs e competidores de todo o mundo. No motocross, temos locais fantásticos como Farleigh Castle, Gaildorf, St Jean d’Angely, Unadilla etc, mas em nenhum lugar é tão altamente reverenciado pelos fãs como o circuito de Namur, na Bélgica.





Não é à toa que a pista de Namur ficou conhecida como o “Mônaco do Motocross”…


Usado desde a década de 1940, o circuito começa em uma esplanada em frente aos históricos terraços, e em seguida desce e sobe pela mata, passando embaixo de antigas pontes metálicas ornamentais, um parque infantil e monumentais declives até surgir na frente do Antigo Café do Monumento, antes uma subida íngreme ao lado do antigo fosso do forte medieval e emerge da escuridão da floresta para a claridade da esplanada.





Rob com o saudoso pentacampeão do mundo Georges Jobé…


Junto com meu amigo Alan Boot, visitei o pentacampeão mundial Georges Jobé – falecido aos 51 anos em 19 de dezembro passado, de uma leucemia – para presenteá-lo com um quadro meu de uma cena inesquecível, o salto sobre a cabeça do campão do mundo e oficial Honda Andre Malherbe, no GP da Inglaterra de 500 em Hawkstone park, na temporada 1984.





Anúncio comemorativo do título de Graham Noyce em 1979…





“Rolls” Noyce, em imagem de 2008…


No dia seguinte, decidimos que deveríamos fazer uma peregrinação até Namur para conferir este local sagrado. A primeira vez que visitei Namur, em 1979, em uma viagem de ônibus para assistir meu compatriota (inglês) Graham Noyce conquistar o Campeonato do Mundo das 500cc. Fiquei espantado com a forma como a música corria em torno do velho forte, perto do centro da cidade abaixo.





Thorpe e o compatriota Rob Andrews (14) se preparam para encarar os desafios de Namur…


Voltei 10 anos depois com uma de minhas excursões de viagem de moto, para assistir Dave Thorpe quebrar o espírito de seu companheiro de equipe, o herói local Eric Geboers, a caminho de seu terceiro título mundial. Thorpey estava correndo com um joelho gravemente machucado, mas superou a dor para bater Geboers naquele dia.





A Citadela hoje…





Em 1982, com o americano ‘Bad” Brad Lackey na ponta na largada das 500…





A ‘mesa enorme’, que encaminha (va) os sobreviventes para a floresta…


Da área de largada, os pilotos encaram a primeira seção da pista, através de curvas compensadas e costelas, antes de uma mesa enorme jogá-los dentro da floresta.





A ponte metálica para pedestres que leva ao parquinho…





A mesma ponte em tempos idos… Braaap!


Depois de passar sob a ponte metálica, a pista contorna o parquinho para crianças, e em seguida, através de muitas curvas loucas ao lado da estrada antes de subir de volta para a floresta. Todos os anos, os fãs acampavam literalmente ao lado da pista, em barracas e motorhomes. No ritual da caminhada de manhã cedo, víamos que muitas tendas tiham enormes pilhas de latas de cerveja e garrafas vazias do lado de fora, provas de algumas sérias festas noturnas. Vários fãs, literalmente, continuavam dormindo mesmo com as motos de corrida acelerando tudo nas proximidades, pior para as cabeças girando!





Esse subidão urbano era parte da pista…


Na floresta você ainda pode ver as marcas de pneus de cross do último GP, em 2006. A pista, em seguida, desce rapidamente através de um formidável Step-Down (salto para baixo), eu testemunhei com admiração quando Paul Malin emendou esse salto, no GP de 1989…





Meu amigo Boot tentando emendar o Step de pedestre…





O mesmo Step nos áureos tempos: hay que ter cujones…


A pista, em seguida, apresenta outro Step-Down maciçamente íngreme na descida para sair na estrada principal da cidade e passar na frente do Cafe do Monumento, ponto de abastecimento para muitos britânicos que faziam a peregrinação anual até Namur.





O Chalé continua sendo abrigo de bebuns do mundo inteiro…





Os paralelepípedos pretos são da época do Império Romano…





A TV registrou a façanha de Carlqvist, em 1988…


Este foi o lugar onde Hakan Carlquist parou para mandar descer uma cerveja enquanto liderava, na última volta de um GP! Em 2006, Stefan Everts conquistou seu décimo título mundial aqui, na frente de seus muitos amigos e fãs.





O capacete de Everts em 2006 citava os compatriotas Malherbe e Geboers…


Stefan fez a mesma parada, mas, aparentemente, bebeu um chá gelado!, Não pediu cerveja, coitado.





A turma voava na estrada coberta de terra e a galara fazia uuuuuuuh!


Nos primeiros anos os pilotos passavam sobre a estrada de asfalto, mas em corridas posteriores colocaram caminhões de terra nessa estrada. A partir de então, os pilotos encaravam um enorme salto de terra sobre a estrada pavimentada.





Olha a inclinação prestes a derrubar a loura, haha…





O clássico portão do forte…


A pista, então segue em direção ao portão do forte, antes de virar à direita de forma acentuada em um relevê (escora) muito íngreme.





Visual atual do Subidão do Fosso (Canhões)…





O mesmo local em ação, de baixo para cima…





E de cima para baixo, que saudades…


A partir desse ponto, a pista sobe através de vários saltos e mesas ao lado do fosso do forte da Cidadela.





Com a presença do Boot você pode avaliar o calibre desses saltos…





As marcas de valas morro acima ainda estão lá…


Você ainda pode ver as rampas de salto do subidão do fosso.





A multidão comemora mais uma vitória belga na Citadela de Namur…


Lembro-me do cheiro inebriante das batatas fritas com molho, hambúrgueres e salsichas com alho dos muitos vendedores ao redor da pista.





O retorno à esplanada se completa em mais um salto espetacular…


Aí a pista faz um último mergulho de volta para dentro da floresta, antes de voar de volta para a esplanada e ouvir o rugido da multidão.





Um circo à moda antiga compôs o enfoque nostálgico desse artigo extraordinário…


Quando visitamos o lendário, havia um nostálgico circo à moda antiga montado na esplanada. Ouvindo o rugido dos leões, você poderia ser perdoado por pensar que era o espírito de Namur e do motocross tentando se libertar dos grilhões da inatividade e na primavera paravolta àvida novamente!





O movimento no restaurante caiu bastante com o fim das corridas…


Depois bebemos uma cerveja gelada no pátio do restauranteo platô, olhando para a bela cidade de Namur logo abaixo. Falando com Julian, o proprietário do restaurante, ele diz que há muitas pessoas influentes, lobistas e funcionários do governo local tentando trazer a glória do campeonato mundial de motocross de volta ao seu verdadeiro lar.



Vamos torcer para que isso aconteça e que possamos mais uma vez ouvir o rugido da multidão e motos ecoando em torno deste local fantástico!


Fonte: Rob Kinsey para robkinseyart.wordpress.com

sábado, 6 de julho de 2013

Gatas + Motos

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Cada vez mais mulheres pilotam motos, graças a invenção de motos com partida elétrica e motos mais leves no mercado. Por isso resolvemos pegar no site de nosso parceiro www.desocupado.com.br algumas fotos de gatas em motos. Vai encarar uma gata destas?











Mais Fotos Aqui

sexta-feira, 5 de julho de 2013

O Kamasutra da Moto

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Mundomoto


“Quando meu namorado comprou a Harley … dizer que temos frente a frente e fizemos um tributo”(Louise Lombard, CSI Las Vegas, T4)

De acordo com um estudo realizado pela Universidade da Pensilvânia, uma das fantasias sexuais mais recorrentes dos adolescentes norte-americanos é fazer amor em uma moto. Aposto que muitos de vocês têm o mesmo desejo ou até mesmo já o fizeram, com diferentes resultados. E, se você acha que fazer amor em um carro e é difícil se você não é um contorcionista, sexo em cima de uma motocicleta sem quebrar nada é muito mais complicado. Mas é gostoso…

Difícil, mas não impossível. “Nós não temos feito muitas vezes, mas, ocasionalmente, vamos dar uma rapidinha na moto. Devemos nos apoiar bem e é verdade que as manobras devem ser muito cuidadosas, mas a minha namorada me ajudou bastante e então … nós conseguimos “, diz Joan, de 27 anos e motociclista desde os 15. Há posturas, práticas e jogos eróticos que podem ser feitas em uma moto e hoje a sexóloga Marina Castro vai dar algumas dicas desse ‘Motokamasutra’.

Mas primeiro certifique-se de que a moto está parada em um lugar estável, em que possamos nos dedicar a se abraçar sem perder o equilíbrio, s cair e quebrar alguma coisa. Portanto, há algumas indicações iniciais antes de começar a colocar mãos à obra em suas máquinas.

1. Verifique se o tipo de moto que você tem é apropriado para o que você quer fazer:
Se a sua moto é pequena, esportiva ou cidade/campo, é provável que você não possa sentar-se de costas nela, porque você vai acabar caindo (e sem muito movimento). Para este tipo de motos, o melhor são as posições que utilizam a moto como suporte ou como efeito meramente visual, pela curiosidade de fazer amor com ela no cenário.
Se em vez disso a sua moto é de estrada e grande, com muito espaço e, fundamentalmente, tem cavalete central ao invés de apenas o descanso lateral para poiá-la, você pode sentar-se posturas eróticas sobre dela. Em qualquer caso, cuidado com movimentos excessivos ou súbitos para não dar (também) com a bunda nua no chão.

2. Procure um lugar isolado, onde você não vai incomodar ninguém: esteja ciente de que se em um carro é difícil esconder o que estava fazendo antes de um “flagrado”, em uma moto é impossível dissimular o ato. Então, se você não quer servir como uma espécie de exemplo de sexualidade para uma viagem escolar, cuidado com o local escolhido, que deve ser o mais ermo – e seguro – possível.

3. Não se despir completamente: estamos falando de uma “rapidinha”, tenha isso em conta em primeiro lugar. E segundo porque, se por qualquer motivo você perder o equilíbrio, com uma certa quantidade de roupa os arranhões serão menores.

4. E por último mas não menos importante: NUNCA faça isso com a moto em movimento. Sim, isso parece óbvio. Mas, quando o corpo vai ficando aquecido, você pode perder a cabeça e o que acontece, acontece. Agora você vai ver porque.


Bem, feitas as recomendações prévias (até então não diga que aqui começamos a transar em uma moto sem tomar as devidas precauções), vamos deixar a conversa ainda mais interessante. Como podemos fazer isso em uma moto? A sexóloga Marina Castro explicou que “você pode ter relações sexuais em uma moto, em muitos aspectos, especialmente porque você pode tocar, acariciar, talvez, chegar ao ápice sem penetração. Sexo não é apenas com base nisso e em uma motocicleta pode ser muito mais eficaz despertado durante toda a viagem, para que quando você chegar em casa você pode ter que rasgar a roupa antes de entrar na sala. ” Para mutuamente animados podermos ir em frente. Mas cabe um aviso importante: “Se você se excitou o suficiente para perder o controle, pare e continue fora da moto e da estrada”, lembra a nossa sexóloga.

Como é que vamos fazer? Para o (a) garupa, o aquecimento é mais fácil, porque se pode usar as mãos para o que quiser tocar. Castro diz que se deve “começar acariciando o pescoço de seu parceiro, os lados de fora da roupa e colocar as mãos para baixo em direção a virilha, sem tocá-lo em primeiro lugar.Se trata de um jogo de sedução, e não sei se quando você mantiver esse contato ele pode perder o controle da estrada ou perder a direção porque você sente algo mais. “

O piloto não teve vida fácil, mas também pode corresponder “na cidade, quando vocês param nos sinais fechados. E na estrada, se ele (ela) devagar, você pode acariciar a perna do seu parceiro, inclinar-se sobre ele ou ela e deixa-lo saber que você gosta do jogo. “

E no momento de dar tudo? Como é que conseguimos? Aí vem o Sr. Kamasutra nos dar uma mão. Para motos com pouca estabilidade, a nossa sexóloga recomenda posturas de pé em que a moto é o ponto de apoio de um dos dois, que ficaria de costas. Por exemplo, são muito eficazes as posições do Antílope (ambos de pé, ele atrás dela, apoiando as mãos na moto), o emú (ambos de pé, apoiando-se de costas para ele, com uma mão no a moto e o outro em seu quadril para o /a atrair), a união dos amantes (em pé, de frente para o outro e apoiar a bunda de um dos dois no banco da moto) ou arco (ela inclinada fazendo uma arco e descansando sobre as pedaleiras e ele em pé).

Existem algumas motos mais estáveis, que permitem posições como o ying e yang ou a deusa (ele montado na moto e ela sobre ele, como nós nos sentamos de costas em uma sela), a da balança (ele sentado lateralmente na moto e ela de pé, de costas e ligeiramente inclinada para ele), a cortesã (ela sentada de lado na moto e ele em pé na frente dele, abraçando sua cintura com as pernas) ou o compasso (ambos de pé, ela com uma perna apoiada no assento e outro no chão na frente dele ou volta).

Fonte: mujeresmoteras.com