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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Estudo liga status e dinheiro a satisfação sexual em mulheres

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Casal na cama | Crédito: Corbis
Segundo estudo, renda e poder conferem maior independência às mulheres, impactando positivamente no sexo

Um estudo conduzido por pesquisadores espanhóis constatou que a renda e o status influenciam na satisfação sexual das mulheres.

Segundo a pesquisa, quando mais dinheiro e poder elas tiverem, mais satisfatórias tendem a ser suas relações sexuais.

O levantamento foi realizado pela Agência de Saúde Pública de Barcelona, na Espanha, a partir da análise das respostas de 10 mil pessoas a um questionário de saúde sexual do governo espanhol de 2009.

De acordo com os autores do estudo, a renda e o status conferem às mulheres maior independência, o que estaria intimamente ligado ao prazer sexual.

Eles dizem que o conforto socioeconômico permite uma liberdade maior ao sexo feminino para explorar suas fantasias sexuais e ter maior controle sobre o uso de métodos contraceptivos.

Mulheres com mais dinheiro também tendem a se envolver menos em relações abusivas, assim como têm menos chances de sofrer estupro ou agressão sexual.

Além disso, elas tendem a abandonar relações abusivas mais cedo do que mulheres mais pobres ou mesmo procurar mais rapidamente auxílio profissional ou aconselhamento, acrescentam os pesquisadores.

Segundo Dolores Ruiz, da Agência de Saúde Pública de Barcelona, responsável pelo estudo, mulheres com melhor nível sócio-econômico "tem maior consciência de suas preferências e maior capacidade de desenvolver sua sexualidade de maneira a lhes garantir maior satisfação sexual".

Por outro lado, "pessoas mais pobres alegam ter relações sexuais menos satisfatórias, o que impacta as mulheres mais especificamente, que parecem ser mais influenciadas por esses fatores".

"As mulheres de nível socioeconômico mais baixo também relatam sofrer mais experiências de abuso sexual", acrescenta Ruiz.

O estudo também mostrou que as mulheres afirmaram ter relações sexuais mais prazerosas quando mantêm uma relação estável em detrimento do sexo casual.

No geral, nove entre dez homens e mulheres relataram estar satisfeitos com a sua vida sexual.

Entre os homens, 97% dos que afirmaram ter uma relação estável relataram estar satisfeitos comparado a 88% daqueles que praticavam sexo casual.

Por outro lado, 96% das mulheres com um parceiro fixo disseram estar satisfeitas com sua vida sexual, comparada a 80% daquelas que praticavam sexo casual.

Os autores do estudo esperam que as descobertas possam levar à criação de políticas de saúde pública voltadas para o uso de contraceptivos e a redução de casos de abuso sexual entre as famílias de baixa renda.

A pesquisa foi publicada na revista científica Annals of Epidemiology.

BBC Brasil


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Estudo aponta que sexo deixa as pessoas mais inteligentes

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Um novo estudo mostra que praticar sexo pode melhor a performance e aumentar a neurogênese (a produção de novos neurônios) na parte do cérebro onde as memórias de longo prazo são formadas, o hipocampo.
Os cientistas da Universidade Maryland, nos Estados Unidos, descobriram que ratos de meia-idade que fizeram sexo apresentaram mais sinais de melhora da função cognitiva e da "função do hipocampo", aponta artigo publicado pela "The Atlantic".
Ter relações sexuais também ajuda a balancear os efeitos do estresse crônico, de acordo com estudo conduzido pela Universidade Konkuk de Seoul (Coreia).
O experimento feito com ratos revelou que a atividade sexual pode ser útil "para a neurogênese no hipocampo adulto e a função de memória de reconhecimento contra as ações supressivas de estresse crônico."
A revista questiona se o contrário pode acontecer: "pessoas mais inteligentes fazem mais sexo?".
Infelizmente a resposta é "não". Na verdade, adolescentes mais inteligentes tendem a começar a vida sexual mais tarde.
Ter uma grande memória diminui a probabilidade de uma iniciação sexual precoce dos adolescentes, de acordo com um estudo da Universidade da Pensilvânia, realizado em 2012.
Para os que sonham em ficar mais inteligentes apenas com sexo, a chefe do Centro Colaborativo de Neurociência da Universidade Rutgers, Tracey J. Shors, logo avisa que não é tão simples.
Muitas atividades podem aumentar a velocidade com que novas células cerebrais nascem, mas apenas a aprendizagem com esforço, aumenta sua sobrevivência.
"Você pode fazer novas células com o exercício, Prozac e sexo", disse a psicóloga.
"Se você fizer o treinamento mental, você vai manter mais células vivas que você produzir. E se você fizer ambos, você terá o melhor dos dois mundos –você está fazendo mais células e as mantendo mais vivas."


Folha de São Paulo 


PARAÍBA.com.br


domingo, 19 de janeiro de 2014

Ninfomaníaca – Vol. I (2013): o primeiro lado da saga sexual de Lars von Trier

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Polêmica demais para ousadia de menos. Ainda assim, o cineasta elabora o início de uma história envolvente.

Diego Benevides

Desde que anunciou a realização de “Ninfomaníaca”, o dinamarquês Lars von Trier construiu um pequeno monstro, aliado a um poderoso marketing que especulava uma nova abordagem sexual de essência cult nas telonas. Com o seu intelecto cada filme mais aflorado e sua capacidade de sempre provocar, o cineasta não faz do longa uma revolução sexual porque sabe que isso está ultrapassado.

Sexo é comum, gostoso e faz parte da vida das pessoas. É um assunto que não deveria mais chocar ninguém, se abordado com naturalidade. Enquanto meio mundo polemizava a suposta pornografia que estaria no filme, Trier decidiu amenizar o seu olhar e apenas relatar com crueza a vida de uma ninfomaníaca em uma película que por acaso traz sexo explícito, mas que nem sempre dá tesão em quem assiste.

A despeito de ser contraditório analisar a metade de um filme, considerando que “Ninfomaníaca – Vol. II” estreia nos próximos meses, a sensação que fica é de coito interrompido. De toda forma, vamos ao que interessa nesta primeira parte da saga sexual de Trier. Na trama, Seligman (Stellan Skarsgard) encontra Joe (Charlotte Gainsbourg) ferida e desmaiada na rua. Ao recusar atendimento de uma ambulância ou da polícia, ele a leva para casa e pede explicações sobre o ocorrido. Joe afirma que precisa contar uma longa história de cunho moral para que ele entenda. A partir daí, a vida da mulher é desmembrada, quase em regime de tribunal ou de terapia, desde a juventude até seus 20 e poucos anos.

A estrutura narrativa escolhida por Trier é mais convencional do que em vários de seus filmes anteriores, ainda que se divida, mais uma vez, em capítulos (cinco nesta primeira parte). Enquanto a Joe de Gainsbourg narra detalhes sórdidos de como descobriu a sexualidade e a elevou ao patamar de vício ou doença, acompanhamos flashbacks explicativos (até demais) de outros períodos da vida da mulher. Para ela, os homens são meras peças de entretenimento e satisfação. O único que ela relaciona-se sentimentalmente é o pai, vivido por Christian Slater. Até mesmo Jerôme (Shia LaBeouf), que poderia ser considerado uma grande paixão, ganha ares de perversão, caça e conquista.

Em cada fase da vida de Joe, o público acompanha suas experiências sexuais e seu olhar diferenciado sobre o próprio corpo e sobre os companheiros. Chega a ser infantil a forma como ela seleciona, entre seus inúmeros parceiros, quem ainda a interessa ou não. São poucos os momentos de vulnerabilidade da personagem, mas essenciais para transformá-la em uma pessoa palpável, o que justifica a não espetacularização do sexo. Aliás, muitos pênis, vaginas, bundas e coitos podem ser vistos no decorrer da projeção, mas nada tão agressivo quanto disseram por aí. Não existem as intermináveis sequências de “Azul é a Cor Mais Quente” ou o excessivo voyeurismo de “Um Estranho no Lago”. Existe a natureza do sexo.

Nessa primeira parte, Charlotte Gainsbourg e Stellan Skarsgard se entregam ao disparate, sempre bem sustentados pelo roteiro de Trier, que peca apenas pelo excesso de metáforas. Mesmo que o recurso seja recorrente em sua filmografia, em “Ninfomaníaca – Vol. I” parece tão didático que perde a naturalidade diversas vezes. Acompanhar um capítulo inteiro analisando um paralelo do sexo com a pesca chega a ser cansativo. Por outro lado, a metáfora de Bach cai como uma luva para toda a trama, em um dos momentos mais inspirados do script.

Se os primeiros minutos trazem certa irregularidade, o longa ganha mais força a partir do terceiro capítulo, quando conhecemos a Sra. H interpretada por Uma Thurman. A trama finalmente engrena. Trier concede a Thurman um pouco de seu humor ácido para construir uma cena tragicômica, explorando o potencial da atriz. É interessante notar que enquanto a Sra. H surta, os demais personagens assistem passivos, sem negar a razão e sem confrontá-la. A sequência é impagável por atingir diretamente a moral não apenas dos personagens, mas do público.

Destaque também para a estreante Stacy Martin, que interpreta a Jovem Joe. Ao entregar inteiramente o corpo e a mente, Martin carrega sozinha esse primeiro filme. Ela não desperdiça o espaço que tem para brilhar e a interação com Jerôme, papel de LaBeouf, é sempre avassaladora, do primeiro ao último contato sexual. Por sinal, é muito bom ver que um diretor do nível de Trier pode visitar nuances desconhecidas de LaBeouf, que está bastante correto no papel.

Sobre a entrega (ou seria a necessidade?) de atores profissionais se submeterem ao sexo real, não deveria existir megalomania nisso. Não existe mau gosto em assistir a um coito de verdade ou parcialmente simulado, principalmente porque ninguém em cena está aparentemente desconfortável. Sabendo que o puritanismo do olhar ainda limita a apreensão do público, Trier tem cautela e evita excessos. Talvez por isso o filme pode frustrar quem esperava uma trama altamente sexual e exibicionista. Não acontece.

“Ninfomaníaca – Vol. I” acaba sofrendo duas vezes: por ser dividido e por não ser exatamente aquilo que se esperava. Mas é relativo. Continua sendo uma história típica de Lars von Trier, o que requer respeito e disponibilidade para consumi-la. É preciso ver o resto do filme para ter uma maior compreensão do que ele realmente quis contar. Vontade não vai faltar.

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Diego Benevides é editor-executivo, crítico e colunista do CCR. Jornalista graduado pela Universidade de Fortaleza (Unifor), é pós-graduando em Cinema e Linguagem Audiovisual, especialista em Assessoria de Comunicação, pesquisador em Audiovisual e educador na linha de Artes Visuais e Cinema. Desde 2006 integra a equipe do portal, onde aprendeu a gostar de tudo um pouco. A desgostar também.

Cinema com Rapadura

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Ninfomania: histórias de mulheres que mostram quando o sexo vira doença

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Transar sem parar. Pensar só naquilo. e recomeçar, até chegar ao orgasmo e ao desespero. essa é a saga de "Ninfomaníaca", o novo filme de Lars Von Trier, que estreia nesta sexta (10) no Brasil. para investigar a patologia que paira entre o prazer e a agonia, Marie Claire ouviu especialistas e colheu depoimentos exclusivos (e atordoantes) de quem vive o problema no dia a dia


O elenco do filme Ninfomaníaca simula o êxtase nos cartazes (Foto: Divulgação)
Duas garotas bonitas embarcam num trem noturno, vestindo, em suas próprias palavras, “roupas para foder”. A intenção das amigas é justamente essa: transar, transar, transar. Não importa com quem ou onde. Valem até os banheiros sujos dos vagões. Quem colecionar mais “presas” ganha uma aposta. O prêmio, uma inocente caixa de chocolates, é só um pretexto para dar vazão ao que realmente importa para elas: alimentar um ímpeto sexual descomunal. A overdose de sexo termina quando uma delas invade a cabine de um passageiro e, com uma delicadeza perversa, faz sexo oral no homem, engolindo todo seu esperma. A vitoriosa é Joe, protagonista de "Ninfomaníaca", vivida pela modelo Stacy Martin na juventude e por Charlotte Gainsbourg na fase adulta. No esperado filme do polêmico diretor Lars Von Trier, que estreia nesta sexta (10), além de transar com Deus e o mundo, Joe consegue combinar o figurino de periguete com semblante inocente e uma voz suave, que anuncia o tom ambíguo da história.
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Uma outra ambiguidade acomete as mulheres que sofrem dessa doença psiquiátrica na vida real: em nossa sociedade hipersexualizada, o termo “ninfomaníaca” é um grande elogio. Ele é associado a uma mulher liberada e sexy, que conquista o homem que quer e é capaz de proporcionar, para ele e para ela, os orgasmos mais intensos e inesquecíveis. Só que esse tipo de sedutora, que exercita sua curiosidade e liberdade sexual, para de transar quando quiser. A ninfomaníaca de verdade, não. O perfil da compulsiva sexual é tão angustiante quanto o de uma viciada em drogas ou comida: ela não tem controle. Isso significa que não consegue parar de transar ou de pensarem sexo mesmo que queira. O termo que melhor define a diferença entre esses dois mundos é sofrimento. “Avaliar o grau de dor e prejuízo que o comportamento acarreta é fundamental para o diagnóstico”, diz o psiquiatra Marco Scanavino, “já que uma mulher pode adorar sexo e ter vários parceiros sem que isso seja um problema”. Embora existam estudos americanos recentes definindo como “hiperativa” a mulher que tem nove ou mais parceiros em três meses, nem toda hiperatividade é patológica. Daí a dificuldade de se diagnosticar uma ninfomaníaca.
Segundo Scanavino, que é coordenador do Ambulatório de Impulso Sexual Excessivo (ligado ao Hospital das Clínicas de São Paulo), o transtorno se configura quando, em função de suas fantasias ou práticas sexuais, a mulher prejudica a saúde, contrai DSTs, perde a concentração e deteriora suas relações, isolando-se da família e dos amigos, de quem esconde suas atividades. Scanavino diz que às vezes as pacientes usam o sexo para aliviar sintomas de depressão ou ansiedade, e podem sofrer como outras compulsões, como álcool, drogas ou comida. Há tratamento psiquiátrico para as ninfomaníacas, mas ele não é simples. Costuma combinar medicamentos com psicoterapia. Mas, diferentemente do que acontece no caso de álcool e drogas, onde o objetivo é abstinência total, no caso dos dependentes de sexo (ou de comida), a meta é retomar o autocontrole. Daí as chances muito maiores de recaídas.
O termo “ninfomania”, alusivo às ninfas gregas, refere-se exclusivamente à compulsão sexual feminina (para os homens, o termo é “satiríase”, de sátiros). Essa nomenclatura, entretanto, caiu em desuso entre os médicos: hoje os manuais de psiquiatria chamam o transtorno de Apetite Sexual Excessivo ou Impulso Sexual Excessivo – que pode acometer ambos os gêneros, mas é muito mais comum na ala masculina. A proporção de pessoas que buscam tratamento é de 8 homens para cada mulher, de acordo com Scanavino. No cinema, o filme Shame (2011) abordou a compulsão do homem. Lars Von Trier preferiu focar na mulher, colocando Joe sob camadas de poesia e pecado, fazendo-a penetrar na floresta da infância e confessar:

“Eu me rebelo contra o amor,” diz a personagem.
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LUXÚRIA E AMOR

“A maior dificuldade das ninfas é conseguir articular sexo, desejo e amor de uma forma que não seja compulsiva", afirma o psicanalista Christian Dunker, professor do Departamento de Psicologia da USP e autor de O Cálculo Neurótico do Gozo. “Há mulheres que buscam o sexo para diminuir a angústia e preencher um vazio, outras se entregam à compulsão, achando que assim eliminarão a dependência causada pelo amor”. O medo de intimidade e de estabelecer vínculos é quase um clichê atual, mas entre as ninfomaníacas, é levado às últimas consequências. “O transtorno revela um lado sombrio do sexo, que passa a funcionar como uma droga”, diz a Dra. Carmita Abdo, psiquiatra especialista em medicina sexual e coordenadora do Prosex, do Hospital das Clínicas de São Paulo. “O desgaste é enorme, pois a mulher não investe tempo e energia apenas no sexo em si, mas em tudo que o envolve, como a busca de parceiros e pensamentos obsessivos”. Na “fissura”, muitas correm o risco de se degradar fisicamente. Foi o que aconteceu com Lúcia* (leia depoimento abaixo) que chegou a se prostituir para dar vazão à libido.
No dia seguinte, não há aquela sensação agradável e de intimidade que costumamos ter após uma noite incrível de sexo. A ressaca pós-coito traz culpa, repugnância, vergonha, tédio. Por muitas vezes, inclusive, a ninfomaníaca não chega ao orgasmo. Sandra* só foi ter seu primeiro êxtase aos 41 anos, embora tenha sido compulsiva desde a adolescência. “Algumas pessoas até têm condições de desfrutar do sexo e sentir prazer, mas, mesmo assim, continuam buscando preencher uma necessidade emocional não satisfeita”, afirma a Dra. Vera Regina Fonseca, psiquiatra, psicanalista e Diretora Científica da SBPSP (Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo). “A principal diferença entre ter um desejo sexual forte, como o de uma paixão, e sofrer de uma obsessão, é a incapacidade de construir ligações afetivas reais com o parceiro a partir da experiência na cama”, diz ela.
Como outros transtornos psíquicos, as causas têm a ver com predisposição genética, no caso de pacientes que têm familiares que sofrem algum tipo de compulsão; e condições ambientais desfavoráveis, como as pessoas que tiveram relações muito complicadas na família ou na escola. O exemplo mais gritante é o abuso sexual na infância, mas não existem regras de causa e efeito, pois há pessoas que sofreram violência e não são compulsivas e vice-versa. “O fundamental”, diz Dunker, “é entender as motivações da mulher ao fazer sexo”. Ela é movida por curiosidade ou ressentimento? Anestesiou seus afetos? Para Dunker, “o imperativo de gozar a qualquer preço é a nova modalidade do mal-estar contemporâneo e pode dar origem a um sofrimento profundo”. Os depoimentos desta reportagem mostram até onde a compulsão pode chegar.
CENA DO FILME "NINFOMANÍACA", QUE ESTREIA NESTA SEXTA (10) (Foto: Divulgação)
“NA FISSURA, VIREI GAROTA DE PROGRAMA”
Lucia * , 24 anos, vendedora de sex shop
Aos oito anos, descobri onde meu tio guardava seus filmes pornôs. Via escondida e ficava fissurada nas cenas. Sentia muito tesão e me tocava, mas tinha vergonha daquilo. Meus pais acabaram flagrando minhas masturbações, mas sempre foram pessoas simples. Devem ter achado que passaria com o tempo. Na adolescência, passei a temer que os caras não quisessem nada comigo, porque sempre fui gordinha.
Um dia, meu primo estava em casa e falei que queria fazer sexo oral nele. Tínhamos 15 anos. Gostei e fiz o mesmo com o colégio inteiro. Fiquei mal falada, as amigas se afastaram. Comecei a praticar sexo anal nessa época, mas demorou para perder a virgindade propriamente dita – talvez por medo de engravidar... Rolou aos 19 anos com um cara que conheci na balada, doeu, foi horrível. Como diziam que ficaria prazeroso com o tempo, procurei outros e outros e outros.
Um dia, me vi sem controle, transando com qualquer um. Meu recorde foram seis caras diferentes em 24 horas. Nem sempre eu gozava, mas tinha prazer em dar prazer. Minha mãe percebeu: ainda morava com ela e muitos caras batiam na minha porta. Às vezes eu transava no carro na frente de casa. Foi ela quem me convenceu a ir a uma psicóloga. Após algumas sessões, abandonei. Não queria ouvir que era doente porque isso poderia bloquear o meu prazer. Por indicação dessa psicóloga, aos 20 anos cheguei a visitar um grupo de mulheres viciadas em sexo e me identifiquei com os depoimentos.
Vi que tinha algum problema, mas como eu não achava que sofria tanto como elas, desisti de novo. Naquela época, tinha me formado no Ensino Médio e queria ganhar meu dinheiro. Inventei para a minha mãe que tinha arrumado um emprego com eventos e ia toda noite para a boate, onde tirava até R$2,5 mil por mês como garota de programa. Achava que seria fácil pra mim, mas não durou cinco meses, porque não podia escolher os clientes, tinha que transar com velhos e fedidos. E olha que não tenho pudores. Já transei com mulheres, com três caras ao mesmo tempo, participei de swings. Sou viciada, não consigo ficar dois dias sem sexo.
Adoro ser encoxada no ônibus. Nas baladas, acabo fazendo sexo no banheiro ou na rua – gosto de ser vista. Já transei várias vezes sem camisinha com estranhos. Peguei doenças, mas nunca engravidei. Nada me impede de continuar. Há um ano trabalho como vendedora numa sex shop e, apesar do risco de ser demitida, cheguei a fechar a loja para fazer sexo com um cliente. Além dos desconhecidos, tenho uns dez P.A.s (‘pintos-amigos’), só ligo quando quero transar e vice-versa. É assim, sem jantar nem cinema. Não tenho paciência quando o cara fica meloso. Nunca tive namorado, só me apaixonei uma vez. O sexo era ótimo, mas acho impossível ser monogâmica. Além disso, não confio em homem. Sei que nenhum vai ficar só comigo. Desde criança, eu sabia que meu pai traía minha mãe e odiava isso. Eles se separaram há três anos. Por que deveria abrir mão da vida que levo e parar de transar? Eu só deprimo na TPM: fico chorando no quarto, não quero transar. Tomo muitos banhos, me sinto suja e culpada. Mas logo passa.Não penso em me tratar, mas tenho vontade de fazer uma faculdade de psicologia e me especializar em sexologia”.

Marie Claire

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Seus pais faziam mais sexo que você, diz pesquisa

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Triste realidade, amiguinho: seus pais faziam mais sexo na década de 90 do que você faz hoje. Mas não seja tão duro consigo mesmo. A culpa é da tecnologia.

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade College London investigou a vida sexual de 15 mil adultos britânicos – e comparou com dados obtidos nos anos 1990.  Temos um histórico maior de parceiros sexuais hoje. Os entrevistados haviam transado, em média, com 12 mulheres(contra uma média de 8, nos anos 90), enquanto elas transavam com cerca de 8 parceiros (não contaram qual era  média delas antes…). Mas, em compensação, fazemos menos sexo: três vezes por mês, em média. Há, 20 anos, a história era outra: sexo cinco vezes por mês.

É que agora há uma infinidade de coisas para fazer antes de dormir: responder as mensagens noWhatsapp, conferir quantos amigos curtiram sua última foto no Instagram, checar seu e-mail, as últimas notícias do seu time e, claro, conferir como anda o Facebook. Aí sobra pouco espaço para o sexo, essa coisa démodé.
As Biritas

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Propaganda de camisinha com casal fazendo sexo, é proibido na Austrália, veja o vídeo

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Uma propaganda de camisinha foi proibida de veicular na Austrália por ser considerada explícita demais.

O vídeo mostra o casal fazendo sexo em várias partes de uma farmácia, para testar qual o tamanho ideal para o rapaz.

O Objetivo segundo os desenvolvedores é passar a impressão que comprar camisinhas é um ato normal, como comprar sapatos.





Achou abusivo?



As Biritas

sábado, 21 de setembro de 2013

Sucesso na Rússia, curso de sexo oral para mulheres chega a Salvador

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Curso será ministrado no início de novembro na capital baiana
Foto: divulgação/Mundo da Intimidade


Mellyna ReisDo NE10/Bahia


Um curso importado da Rússia e que têm feito sucesso nas redes sociais será oferecido em Salvador no início de novembro. Trata-se de uma capacitação que orienta mulheres sobre como fazer sexo oral promovido pelo site Mundo da Intimidade, da jornalista Aline Castelo Branco.

O curso será realizado nos dias 2 e 3 de novembro, das 8h às 18h, com intervalo para o almoço. A participação é restrita às mulheres, que terão direito a apostila, certificado e uma prótese peniana para praticar as técnicas. As aulas serão ministradas por sexóloga, infectologista, urologista, terapeuta sexual e fonoaudióloga.

Entre os assuntos que serão abordados, estão as zonas erógenas masculinas, quando e como iniciar o sexo oral, técnicas de acariciamento, prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. A jornalista Aline Castelo Branco explica que o foco voltado para o público feminino é devido a repressão sexual ainda sofrida pelas mulheres.

"O principal objetivo é a orientação sexual, para que a mulher entenda o corpo do homem e não só pra fazer [sexo] por fazer, para dar prazer somente ao cara", ressaltou Aline, que recebeu pedidos para a realização de um curso voltado para o público homossexual.

Inicialmente seriam oferecidas 30 vagas, mas, segundo a organizadora, diante da procura pelas aulas em menos de três dias de divulgação, ela decidiu que o valor, o local do evento e o número exato de vagas serão anunciados oficialmente a partir da próxima segunda-feira (23).

"Não imaginei que ia ter repercussão toda. Pensei que seria só aqui em Salvador mesmo", comentou a jornalista, que recebeu mais de 300 pedidos de participação de por e-mail, desde maridos interessados em inscrever as esposas como de pessoas fora do País. Segundo Aline, o site atingiu um pico de mais de 300 mil acessos em apenas um dia depois que o curso foi anunciado.

Apresentadora e repórter do programa de rádio Confessionário, que discute relacionamentos amorosos e sexo, Aline Castelo Branco também é escritora e pesquisadora na área de educação sexual. Os detalhes sobre o curso estarão disponíveis a partir da próxima semana no endereçowww.mundodaintimidade.com.br.

IMPORTADO - O curso de sexo oral que será oferecido em Salvador segue os moldes do que é ministrado no Centro de Treinamento Sexual da Rússia pela sexóloga Katherine Lyubimov. A organizadora do evento na capital baiana, única detentora dos direitos de ministrar as aulas do programa no Brasil, garante que o valor ficará abaixo do que é cobrado no país europeu, que custa entre R$ 800 e R$ 1 mil. O curso também será ministrado em São Paulo e Rio de Janeiro, com expectativas de chegar a outras cidades.

NE10

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

5 razões científicas para sua mulher fazer sexo oral

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Doutor Luiz Manfredo Queiroga apresenta 5 pesquisas científicas que atestam o sexo oral como uma excelente prática para casais.Compartilhe este vídeo com suas amigas e seja um voluntário do Ministério da Saúde.

“Quem deseja amor, tem que ter menos pudor.” - Luiz Manfredo Queiroga

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

47 Coisas Sobre As Quais Os Homens Conversam Nas Mesas De Bar

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Se você acompanha o CSV, sabe que lançamos recentemente um espaço semanal no site onde fazemos uma pergunta aos leitores e montamos uma lista única e exclusivamente com as respostas que recebemos – é a Pergunta de Quinta (se você ainda não sabe do que estamos falando, clique aqui que a gente explica).


Depois das mulheres terem aberto o jogo sobre o que conversam no banheiro feminino, chegou a vez dos homens. Na semana passada, perguntamos aos nossos leitores quais os assuntos que rolam nas mesas de bar. Recebemos 250 respostas. Lemos todas elas e selecionamos aqui as que mais apareceram ou aquelas mais nos chamaram a atenção – seja negativa ou positivamente. Mulheres, estão curiosas para saber do que tanto eles falam? Então confira a lista abaixo (lembre-se de que são respostas dos leitores e não necessariamente refletem a opinião do site):

1. Fazemos piadas sobre o que as mulheres vão fazer juntas no banheiro.

2. – Hoje vou beber pouco. Tô tentando aquela gata ali e tenho que fazer bonito na cama.

3. Se um dos homens da mesa fala que a mulher é gata, o outro vai se postar como machão e para mostrar aos outros que ele consegue pegar aquela mulher e subir o ego dele na mesa.

4. Falamos do dinheiro que estamos ganhando, do dinheiro que estamos perdendo, sobre negócios e sobre investimentos.

5. Mulheres! Acha que só a mulherada fica falando do tamanho do pau do peguete? Nós também falamos delas, principalmente de suas performances – se ela parte pro ataque também ou se é daquelas que só abrem as pernas e esperam que a gente faça todo o trabalho.

6. Sobre a derrota ou a vitória do time do amigo.

7. Sexo: do pouco sexo que fazemos com a parceira, do sexo que fazemos fora do relacionamento, das melhores posições sexuais ou do papo que funcionou para levar a menina pra cama.

8. Quantos Km/L o seu carro tá fazendo?

9. De problemas com a namorada – acredite: esse é um dos assuntos que mais rendem!

10. Telexfree

11. Falamos sobre quais fases do videogame já conseguimos terminar.

12. Acreditem ou não, muitas vezes não se diz nada. Ficamos quietos, bebendo cada um na sua, principalmente quando um de nós está puto com alguma coisa. Silêncio é a solidariedade masculina!

13. Se tiver um gay na mesa, o foco vai ser nele, com perguntas sobre a homossexualidade. A intenção é não dar margem ao preconceito.

14. Sobre o quão bom é viver com a mulher que está ao nosso lado.

15. Analisamos a depilação delas: algumas raspam demais, outras de menos.

16. Sobre como o treino da academia foi pesado.

17. Sobre a garçonete gostosa, sobre a vizinha gostosa, sobre a sua amiga gostosa, sobre a sua irmã gostosa, sobre a Playboy…

18. Rola sempre uma competição. Inventamos supostas transas ou aumentamos as transas que tivemos, dizendo que aquela rapidinha durou horas. Mas sem detalhes – não nos apegamos a isso.

19. O inverso das coisas que as mulheres conversam no salão.

20. – Porra, ainda sinto falta dela!

21. Falamos mal da vida dos outros (sim, homens falam da vida dos outros, e muito).

22. O que nunca pode faltar em uma conversa entre amigos é aquela zoeira com a mãe ou com a irmã de alguém.

23. – Será que ela faz anal?

24. De tudo um pouco: conversamos sobre sexo, futebol, economia, sonhos, planos etc… Mas é claro que basta passar aquela beldade que a mesa inteira se cala e fica contemplando tamanha beleza.

25. A intenção é ser invejado/venerado quando contamos como a namorada conseguiu nos fazer gozar duas vezes consecutivas em um único boquete.

26. Comparamos o tamanho dos nossos pênis.

27. Inicialmente, conversamos sobre mulheres, putaria, sexo, putaria e mulheres. Mas isso é quando não estamos realmente bêbados. Depois dessa fase, quando a bebida já fez efeito, passamos a falar sobre assuntos existencialistas, como filosofia, política, ecologia e paz mundial.

28. Relembramos piadas internas e rimos sobre o passado um do outro. “Lembra que você fez isso? Tomou aquele fora?” (risos e mais risos).

29. Homem também ajuda o amigo a entender as armadilhas do amor e ainda fala que a ex não prestava pra jogar a autoestima do rapaz lá e cima. Mas sempre rola aquela zoadinha de leve, né?

30. Evidente que mulheres. Mas, além disso, sobre trabalho, dinheiro, investimentos (juro!), futebol, política, de tudo um pouco. Numa porcentagem, seria 50% mulher e de 5 a 10% o resto, levando em conta a rotina de cada um.

31. Sobre a gata da mesa ao lado que está acompanhada de um cara que aparenta ser idiota, porém rico.

32. Sobre planos e ideias. Não… Não ficamos falando de bunda: as propagandas de cerveja mentiram pra vocês.

33. Gostamos de rir sobre o fracasso daquele nosso amigo que tentou chegar em alguém, e no final sempre rola um conselho (furado).

34. Sobre o fato de a nossa namorada saber que o cara quer, sim, comê-la e ainda manter amizade com ele.

35. Sobre o SMS estranho de um cara que vimos no celular dela sem ela saber (sim, nós fazemos isso).

36. Contamos aquelas piadas indecentes que normalmente não fazemos na frente das mulheres.

37. Do pé na bunda que levamos das mulheres.

38. Da bunda redondamente perfeita da garçonete ou do tamanho dos seios daquela gostosa da mesa ao lado e de como seria fazer uma espanhola com ela.

39. – Você viu? Ela tá de fio dental.

40. Mentimos sobre quantas mulheres já pegamos.

41. Sobre a garota que tem mexido com os nossos pensamentos ultimamente.

42. Cornetamos aquele amigo que parou de sair depois que começou a namorar.

43. Fazemos trocentos brindes à nossa amizade.

44. Peidar e arrotar na frente dos amigos é engraçado e terapêutico.

45. Na primeira cerveja: gostosas e futebol; na quinta cerveja: relacionamentos e projetos pro futuro; na décima cerveja: politica, crenças religiosas e o futuro da nação.

46. Sempre tem aquele hiato de cinco minutos na mesa, quando ninguém fala nada e ninguém pensa em nada. O máximo que se escutam são ocasionais arrotos e aquele clássico “ahhhhhhhh!” depois de degustar um gole gigante de cerveja gelada!

47. Esportes: 90% futebol, 5% MMA, 5% outros.



Casal sem vergonha

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Sexo escrito, êxito certo!

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Por Paulo Ghiraldelli


Quer ser um escritor de sucesso? A fórmula é simples


Para filósofo, escrever sobre sexo é garantia de sucesso a um escritor Getty ImagesQuer ser um escritor de sucesso? A fórmula é simples. Três palavras dão tudo que você precisa: escreva sobre sexo.

Tem gente que pensa que filme de sexo dá dinheiro. Outros imaginam que foto de mulher pelada e coisas assim dão dinheiro. Há até os que ainda acham que fazer sexo por dinheiro dá dinheiro. Bobagem. Isso tudo aí não dá dinheiro e, quando dá, na hora de somar ganhos e gastos, verá que não valeu a pena. Não venda sexo, não fotografe sexo, não filme sexo. Apenas faça sexo – consumo interno. Agora, para pegar grana, escreva sobre sexo.

Claro, se você não vende sexo, real ou virtual ou qualquer coisa assim, como vai escrever sobre sexo? Ficção? Não, não adianta. O leitor não compra ficção boa ou ruim. O leitor quer ler (ou ao menos comprar) o texto de alguém que fez muito sexo com muita gente, ou alguém que tira fotos de sexo ou faz filme de sexo. O leitor quer livro de gente envolvida com o sexo. Então, eis aqui a ideia básica ganhar dinheiro: veja na praça quem pertence ou pertenceu ao “mundo do sexo”, escreva sobre isso e convide o seu personagem para assinar o texto com você. Nem é tão necessário que o personagem seja famoso ou tenha sido famoso.

Uma sociedade amortecida como a nossa, com sexualização a mil e erotismo a zero, precisa de estímulo para tornar homens e mulheres, de novo, aptos ao prazer. Viagra, mulher pelada em toda capa de revista e apelo sexual em franco bombardeio é o que temos. Exatamente porque não sentimos nada. Ora, a última maneira para tentar voltar a sentir, e que está na moda, é a leitura.

Não se trata de romance com lances picantes, da boa literatura. Nada disso. O texto deve ser escrito para desescolarizados (ainda que quem compre seja escolarizado!) e precisa ter como coautora uma mulher que fez sexo adoidado (não fique receoso, achando isso vai atrair só o público masculino – nada disso). Aí é conseguir essas editoras de massa e ... pimba! Com um pouco de espaço na imprensa, e eis o modo de ganhar dinheiro. É mais ou menos quase igual insistir na moda americana dos anos 80, que era falar de modo politicamente incorreto para tentar chocar o gosto polido das novas gerações (aqui no Brasil, sempre tardio, isso está vigorando agora!).

As pessoas atualmente sabem que a minha geração viu púbis peludo e chegou mesmo a fazer sexo com tais coisas belas. Mas a geração atual não viu de fato, ainda, na cama, algo assim. Talvez nem vá ver. Agora, em foto ou material virtual, bem, isso tá cheio na sessão vintage. O que desperta mesmo essa geração é o texto sobre isso. Nesse texto, a mulher de meia idade, que fez sexo adoidado, deve ser descrita com tendo essa floresta pubiana. Meia página de descrição disso, desse matagal. Garanto, essa página do livro será mais percorrida que qualquer outra de qualquer outro livro, até mesmo da Bíblia, que continua sendo o nosso best seller mundial.

Vá em frente. Contei o segredo. Agora é sua vez, execute.

* Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo, escritor, cartunista e professor da UFRRJ


iG

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Casal faz sexo em táxi e fica “famoso” na China

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Reprodução/Weibo


Um casal virou hit nas redes sociais da China ao ser flagrado fazendo sexo dentro de um táxi em movimento. Fotografados por motoristas, eles foram parar no site Weibo, espéci de Twitter utilizado apenas no país asiático, e logo ficaram "famosos".

Por conta da quantidade de curiosos que passavam perto do táxi, por pouco um acidente não aconteceu. A usuária "frida1986", que registrou o ato, descreveu a cena: "Estavam se beijando e então começaram o ato [sexual] dentro do táxi. Resolvi registrar".

Ainda de acordo com a usuária que registrou a cena, "em pelo menos dez momentos quase houve batidas de carros de curiosos" e o taxista não ligava nada para a cena, prosseguindo a viagem tranquilamente.



Yahoo! Notícias

Dia do Sexo: mercado erótico exige criatividade de empresários

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Consultores de produtos eróticos têm margem de lucro de até 200% com revenda de produtos – vendas cresceram 15% em 2012


Bárbara Ladeia - iG São Paulo


Vanessa Diskin/Divulgação
Making of do ensaio fotográfico da Pink Delicatessen: gaúcha Duda Gonzalez desenvolve uma coleção própria para atender aumento de 50% na demanda

O empresário Paulo Arêdes, de Belo Horizonte, assistia a um programa de entrevistas quando de uma brincadeira surgiu sua grande oportunidade. Arêdes brincou com a mulher quando viu uma revendedora de cestas eróticas contar a sua experiência na televisão. “Falei brincando que ia colocar ela para vender esses produtos para dar uma força no orçamento. Não esperava que ela fosse levar a sério”, diz.

A surpreendente reação de Danielle foi o ponto de partida para a Erotika Toys, distribuidora de produtos eróticos por venda direta – o famoso porta a porta. “Comprei R$ 500 em produtos e deixei com ela. Em duas semanas, Danielle voltou com R$ 1,5 mil para investirmos na próxima compra de produtos”, conta. No começo, as clientes eram amigas de Danielle, colegas de academia e vizinhas. Em semanas, já eram sete consultoras em Belo Horizonte atendendo a primeira clientela. Poucos meses depois, esse já era o principal negócio do casal Arêdes, antes exclusivamente dedicado ao mercado de peças de automóveis.

Exército de 20 mil revendedoras

Hoje, o casal Arêdes conta com um exército de 20 mil consultores (90% mulheres), que trabalham em um modelo inspirado nos negócios de referência da venda direta como Natura e Avon. Munidas de um catálogo, as vendedoras apresentam todas as novidades para suas clientes, em grande parte mulheres em busca de um mimo a mais para seus relacionamentos. Para elas, a margem de lucro pode variar entre 70% a 200%, segundo a empresa.

Arêdes e Danielle fazem parte de um perfil crescente de empreendedores no universo erótico. Agora são os casais que unem forças e experiências para conquistar um mercado que há cerca de 30 anos funciona fora dos holofotes no Brasil. Em 2012, as vendas de produtos eróticos aumentaram 15% – crescimento ainda inferior aos 18% de 2011, motivados pelo lançamento do blockbuster “De Pernas para o Ar”, estrelado por Ingrid Guimarães.

Segundo Paula Aguiar, presidente da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme), essa é a principal característica da nova geração de empreendedores. “Essa terceira geração é uma geração de casais que estão vendendo produtos para outros casais, diretamente ou indiretamente”, explica.
Divulgação
Paula Aguiar, presidente da Abeme: : "Ainda hoje há empresas que consideram um constrangimento trabalhar com esse tipo de empresas.”

Engana-se quem pensa que os produtos eróticos são direcionados para quem não tem um parceiro. A decisão de compra é 76% das mulheres, mas quem usufrui é o casal. “A mulher é a curadora do relacionamento. É ela quem traz a inovação para a vida a dois”, conta. Segundo a Abeme, os números comprovam: entre os produtos mais comercializados de 2012 estão anéis penianos com vibradores, géis, cremes, pomadas funcionais e itens para sexo oral, totalizando 47% das vendas do ano. Nem femininos, tampouco masculinos, esses itens pressupõem o casal para utilização.

Além de comprar menos, os homens têm uma característica peculiar – ao contrário das mulheres, que adquirem produtos para o relacionamento, os compradores mantêm seu foco em itens que possam melhorar desempenho, aparência e potência sexual.

Rompendo consensos

Paula conta que não raro fornecedores de serviços declinam a oportunidade de trabalhar com empresas do universo erótico. “É muito complicado contratar uma agência de publicidade, por exemplo”, explica Paula. Segundo ela, há duas semanas uma agência gaúcha se recusou a atender uma das empresas de roupas íntimas associadas à Abeme. “Para nós, uma cueca é como um garfo, uma cadeira ou qualquer outro produto. Ainda hoje há empresas que consideram um constrangimento trabalhar com esse tipo de empresas.”

Por falar em tabu, o best seller “50 tons de cinza” teve importante participação nas vendas de produtos eróticos no país. O livro de E.L. James virou moda mundial e alavancou em 35% as vendas de produtos com temática sádica e masoquista, como máscaras, algemas e chicotes. “Estamos vendo uma evolução nessa quebra de paradigmas desde meados dos anos 2000. Nos dois últimos anos isso se intensificou”, explica.

Especialmente na chamada classe emergente, esses tipo de produto ganhou ainda mais relevância. Com o aumento da renda, os géis, lubrificantes e óleos sensuais deixaram de ser objeto de desejo e chegaram à casa do consumidor. “Esse público compra mais e ousa mais. Para o público de classe mais alta, o apelo têm sido diferente”, comenta Paula.

Ambientes mais convidativos
Divulgação
Lovetoys Erotic Boutique, na Oscar Freire, em São Paulo

Os ambientes mais convidativos têm chamado a atenção do público mais sofisticado. Waleria Albuquerque é dona da Lovetoys Erotic Boutique, com duas unidades em São Paulo. A primeira loja foi aberta há seis meses em Moema. O sucesso foi tanto que, quatro meses depois, em julho, ela já inaugurou sua filial na badalada Oscar Freire, no Jardins. “Imaginei que ia ficar um ano no vermelho até a operação dar lucro, me supreendi”, conta.

A segunda unidade tem 200 metros quadrados divididos entre lingeries e brinquedos eróticos. Ao contrário da unidade de Moema que atende mulheres e casais com mais frequência, a loja da Oscar Freire conta com um público majoritariamente homossexual. Nos Jardins o tíquete médio é de R$ 380, superior aos R$ 250 gastos em média por compra em Moema. “Já tenho todo o projeto de franquias pronto. Estou em busca de bons pontos para crescer o número de unidades e então avaliar se de fato vou abrir para franquias mesmo”, diz.

Na Lovetoys Erotic Boutique, o produto mais vendidos é um dos modelos de vibrador da sueca Lelo, que investe em design e conceito para tirar o estigma do mercado erótico. Com duas linhas – Lelo, de luxo, e Picobong, para jovens – a empresa oferece cerca de 100 vibradores ao seu portfólio e vende em 50 países. Eliane Said, gerente de marketing da Lelo Internacional, comemora o crescimento da empresa, que triplicou o faturamento nos últimos anos. “O mercado está se ampliando, uma vez que as pessoas têm adotado os produtos cada vez mais jovens”, explica. “A média de idade dos compradores vêm caindo com o tempo.”

Festas particulares

Oferecer produtos de ponta é uma das estratégias de Luciana Keller, dona da Constantine Boutique, loja de lingeries e sextoys de luxo também em Moema. Embora seu negócio central esteja na venda das peças íntimas, a empresária tem dedicado mais de seu tempo a eventos – desde cursos de pompoarismo e strip tease até chás de lingeries.

Em média, a Constantine chega a hospedar dez eventos por mês. “Comecei a fazer porque uma ou outra cliente pedia, então percebi que havia uma oportunidade de mercado interessante”, diz Luciana. Os cursos custam, em média, R$ 200 e duram duas horas e meia.

Para a empresária, as redes sociais tem sido uma grande ferramenta de marketing e divulgação. “A gente acaba virando assunto entre muitos grupos de amigas diferentes, então a tal propaganda boca-a-boca fica potencializada”, explica. “Esse tipo de divulgação é nossa principal fonte de clientes.”
Divulgação
Chá de Lingerie na Constantine Boutique, em Moema


Atendimento pessoal

A indicação de uma amiga faz toda a diferença. Esse também é um dos principais canais de captação de clientes de Duda Gonzalez, proprietária da Pink Delicatessen, loja de lingeries de luxo no Jardins, em São Paulo. Cerca de 30% das vendas da loja são fechadas pela loja virtual. Neste ano, Duda já vê um crescimento de 50% nas vendas das lingeries que ela garimpa em viagens por Estados Unidos, Europa e Ásia.

São aproximadamente quatro turnês por ano, em busca de peças únicas – Duda é revendedora exclusiva dos corsets Maya Hansem, que chegam a ser vendidos por R$ 1,3 mil na Pink Delicatessen.

Diante do aumento de demanda das suas clientes, Duda apostou em desenhar uma coleção própria, que já está em produção no Rio de Janeiro. Até o final do ano, uma edição limitada de 3,6 mil peças de 15 modelos de sutiãs, calcinhas e bodies estará disponível para a venda. O valor arrecadado com a série limitada deverá custear a produção da primeira coleção, prevista para 2015. “A modelagem acaba sendo a parte mais cara do processo – o modelo de cada peça fica em torno de R$ 400.”

Na loja, Duda aposta no tratamento intimista. Não raro, clientes são recebidas com uma taça de espumante e suspiros cor de rosa. “Cada corpo é um corpo, cada gosto é um gosto. Prefiro trabalhar com as medidas do que com os padrões de tamanho P, M e G”, diz a empresária, que já tem pontos de revenda em Curitiba, Porto Alegre e agora busca também um ponto no Rio de Janeiro.

Entre a pornografia e a experiência erótica

A escolha da venda direta foi estratégica para a Erotika Toys, de Arêdes: o empresário observou que os tradicionais sex shops intimidam a maior parte dos compradores de primeira viagem – não só pelo ambiente, mas pela dificuldade em tirar dúvidas técnicas e questionar a funcionalidade dos produtos. “Estudei profundamente esse modelo de vendas e percebi que era a melhor opção, principalmente porque as pessoas precisam de uma espécie de suporte técnico para escolher seus produtos”, diz Arêdes.

Nos treinamentos que ministra para as consultoras, a equipe da Erotika Toys ressalta a importância em construir uma relação mais próxima entre vendedores e clientes. “Ficamos no fio da navalha entre a pornografia e a experiência erótica. Isso demanda um esforço adicional na formação das nossas representantes”, explica o empresário mineiro.

Esse resultado só é possível graças ao tamanho do mercado que ainda não é grande no País. “O mercado erótico ainda é um bebê recém-nascido no Brasil”, conta Arêdes. Segundo a Abeme, o tíquete médio de compra com consultoras é baixo – de R$ 50. O valor já não é o mesmo quando se trata de compra pela internet, quando tíquete chega a R$ 117.

iG

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Site lista 10 tipos de sexo para tentar uma vez na vida

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Aquele momento íntimo pode ficar melhor ainda se não cair na rotina. Tentar algo novo e diferente pode esquentar a relação e aumentar o desejo do casal. Por isso, o site Glamour listou 10 tipos de sexo para você tentar ao menos uma vez na vida - se gostar, pode repetir!




Personagens
Todos temos fantasias. Segundo a expert em sexo Lora Somoza, não há nada de errado em, mesmo em uma relação séria, fantasiar com um policial e algemas na hora do sexo com o namorado. Na verdade, você pode pedir para ele entrar na brincadeira. Interpretar diferentes personagens permite que você durma com pessoas diferentes sem dormir com alguém diferente, mantendo a relação monogâmica sempre apimentada.


Luxo
Um lugar requintado e luxuoso aumenta a libido como nenhum outro. A sex expert Tracey Cox diz que provavelmente por não termos essa riqueza ao nosso redor o dia todo, quando estamos em um lugar mais chique isso torna-se excitante. Não é preciso ter dinheiro sobrando, mas ao viajar, tente passar ao menos uma noite em um hotel melhor, ou em um motel luxuoso na sua própria cidade, para mudar um pouco o clima.


Lugar público
Ser pego em público pode ser bastante excitante, mas não é necessário fazer nada de errado para sentir essa emoção. Tente achar um lugar abandonado mas seguro, ou sentar na última fila do cinema e levar a mão dele para certas partes do seu corpo - isso deixa qualquer um no clima! Se quiser levar a brincadeira adiante, é uma boa sair correndo e voltar para casa para a transa "normal", mas a excitação será tão grande que com certeza o sexo será maravilhoso.


Praia
Sol, areia, ondas e um homem lindo. Quem resiste? O sexo pode ser na areia, no banco, na varanda do apartamento ou mesmo dentro da água, mas de toda forma será ótimo.


Proibido
Toda mulher gosta de um pouco de sacanagem, então que tal tentar um joguinho de dominação? Peça para ele amarrá-la na cama ou, se quiser ficar por cima, diga que ele está em suas mãos e que a única regra é que ele não pode dizer "não". E afinal, por que ele iria negar alguma coisa, não é mesmo?


Banheiro
Com os espelhos, vocês podem se observar durante o sexo, o que esquenta ainda mais o clima. E há opções, como dentro da banheira ou sentado na privada, dependendo da posição que gostarem mais. Algumas velas podem vir a calhar para tornar o ambiente mais sexy.


Reconciliação
Aquela sensação de estar brava mas excitada, ou quando você quer arrancar as roupas dele mas ao mesmo tempo quer resistir porque acha que ele merece uma lição. Todas essas emoções juntas dão uma energia inexplicável para o sexo de reconciliação, e por isso a sex expert Lora Somoza garante que o melhor mesmo é não resistir.


Preguiçoso
O sexo não precisa ser um ato de pura energia toda vez. Ao acordar, tente tirar a roupa e se aconchegar perto dele. Como os homens têm alto nível de testosterona pela manhã, será muito difícil ele resistir. Esse sexo relaxado e preguiçoso é ótimo para desestressar e manter vocês conectados.


Barulhento
Por outro lado, falar todas as palavras que você se controla para não dizer pode ser uma boa. Dê ordens, guie os movimentos dele com palavras altas e explícitas, faça barulho. A sensação física só vai aumentar.


Lugar famoso
Transar olhando para um lugar famoso é uma experiência inesquecível. Na varanda olhando o letreiro de Hollywood, ou no meio da trilha para o Grand Canyon, com certeza será um momento surreal e único.

Terra Brasil

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Polonesa que tenta sexo com 100 mil homens faz sucesso na web

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A polonesa Ania Lisewska, de 21 anos, que pretende fazer sexo com 100 mil homens ao redor do mundo para entrar para o livro dos recordes, faz sucesso na web. A página da jovem no Facebook conta com quase 50 mil fãs.


Ania Lisewska disse que pretende fazer sexo com 100 mil homens (Foto: Reprodução/Facebook/Ania Lisewska)

Ania Lisewska, que mora em Varsóvia, na Polônia, disse que planeja dormir com homens de diferentes cidades do mundo. "Eu quero os homens da Polônia, da Europa e de todo o mundo. Eu adoro sexo, diversão e homens", afirmou.

Em sua página, ela destacou que fez sexo com 30 homens na última sexta-feira (30), em Varsóvia, na Polônia.

Segundo ela, cada relação demora cerca de 20 minutos.

No entanto o objetivo de Ania é difícil de ser alcançado. Se fzer sexo com 30 homens por dia, Ania levará quase dez anos para atingir a meta.


Planeta Bizarro

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Contos eróticos - Livros e Sexo

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Contos eróticos – Livros e Sexo
Fonte: Meu Doce Veneno, conto da leitora Bárbara


Na sua visita à minha casa, te levei pro quarto com o pretexto de te mostrar minha biblioteca. De shortinho e camiseta, com você me devorando com os olhos desde que chegou, me debrucei pra alcançar a prateleira de baixo. Van Gogh. Pedi que sentasse na cama. “Quero te mostrar uma coisa”, e você obedeceu, não sem antes dizer sorrindo, “Pensei bobagem”.


Me sentei no chão, na sua frente, com as pernas abertas e dobradas, e o livro aberto no chão, entre elas. E falei, falei muito. Sobre o artista, a obra, tudo. Mas você parecia não me ouvir. Sua atenção estava totalmente voltada pro contorno do meu sexo que o short entregava, e sua expressão era a de alguém tomado pelo tesão. Aquele olhar de “vou arrancar sua roupa e te comer agora!”, do qual senti tanta saudade. Parei de falar e você finalmente me olhou nos olhos, como que saindo de um transe. “Você não tava olhando pro quadro”, disse em tom repressivo mas com um sorriso safado. “Não, não tava olhando pro quadro”, você confirmou resignado, sem parar de me olhar, levando uma das mãos pro pau. Nem precisava ajeitá-lo na calça pra chamar minha atenção: já dava pra ver que estava deliciosamente duro, e talvez até já pulsava por mim.


“Não, não tava. Tava olhando pra cá”, e com uma das mãos me toquei por cima do short, marcando ainda mais o contorno do que te chamava tanto a atenção. Olhava pra minha mão me tocando por cima do short e me acariciava vagarosamente, como se você nem estivesse ali, pra depois te olhar como se tivesse me dado conta da sua presença só naquele momento, e te via olhando fixamente pra mim, pra minha mão acariciando meu sexo por cima da roupa, enquanto mordia o lábio e também se tocava, apertando o pau duro na calça. Sem dizer mais nada, fechei o livro, o tirei do caminho, fiquei de quatro na sua frente e engatinhei até você, parando entre suas pernas e, ajoelhada entre elas, comecei a acariciar seu pau por cima da calça, enquanto te olhava. Grande, grosso e duríssimo, do jeito que eu gostava de senti-lo roçando na minha bunda quando íamos juntos de trem pro trabalho. Você me olhava enquanto eu abria seu zíper e – desajeitadamente, diga-se – desvencilhava seu pau da cueca. “Finalmente”, foi a única coisa que consegui dizer antes de começar a te chupar.


Pegando com cuidado, com as pontas dos dedos, lambi da base até a cabecinha, uma, duas, três vezes. Roçava os lábios subindo e descendo pelo seu pau, e terminava sempre com um beijo molhado e chupado na ponta, passando a língua na cabeça, contornando, molhando bem, até que comecei a sugá-lo pra dentro devagar. Seu pau entrando todo na minha boca, vagarosamente, quando você, sem poder mais se conter, me agarrou pelos cabelos, veio com os quadris de encontro à minha boca e meteu o pau fundo na minha garganta, me segurando nessa posição até me sentir engasgar. Minha saliva escorria pelo seu pau: sempre te disse o quanto ele me dá água na boca. Chupava vigorosamente, engolindo seu pau com vontade, enquanto me tocava sob o short e a calcinha com uma das mãos. Com a outra, acariciava suas bolas, e depois te masturbava enquanto as lambia e chupava. Você juntou meus cabelos num rabo de cavalo e ditava o ritmo das chupadas me segurando firme por ele. “Isso, me engole putinha”, você dizia baixinho, enquanto eu chupava, engolia, num ritmo forte, gemendo com ele na boca enquanto me masturbava e sua outra mão tocava meu seio por baixo da camiseta.


Tirei a camiseta com sua ajuda. Você aproveitou pra acariciar meus seios. Apertou, chupou, mordiscou, enquanto eu batia punheta pra você. Depois de nos beijarmos demoradamente – beijo chupado, molhado, sua língua toda na minha boca (que saudade da sua boca!) – voltei a chupar seu pau delicioso. O sentia pulsar na minha boca, já sentia a prévia do gozo a cada chupada. Diminuí o ritmo mas ainda sugava forte, enfiava todo na boca e tirava, chupando a cabecinha enquanto espalhava a saliva batendo uma pra você. Até que não resisti e pedi:”me come”. Precisava sentir seu pau dentro de mim urgentemente, e você sabe que já tínhamos esperado demais por esse momento. “Como” foi tudo o que você disse, enquanto me colocava de quatro na cama. Tirou minha calcinha e me debrucei na cama pra ficar empinada pra você. “Gostosa…Putinha gostosa”, você dizia, e suas mãos apertavam minha bunda. “Isso, fica empinadinha pro seu macho”, e ao me empinar o máximo que pude e afastar bem as pernas, senti sua língua quente na minha buceta lambuzada de tanto tesão, me fazendo estremecer. Gemi alto, e você intensificou as lambidas, as chupadas, enquanto me segurava pelos quadris. “Sei que você quer meu pau”, e eu dizia que sim, era seu pau que eu queria, queria muito. E você atendeu meu pedido, primeiro passando a cabecinha por toda minha buceta, acariciando meu clitóris com seu pau, e depois colocando ele devagar, pra que eu aproveitasse cada centímetro. Com seu pau todo dentro, fundo, rebolei e fui de encontro ao seu corpo, me movimentando pra frente e pra trás, enquanto você só assistia seu pau entrando e saindo cada vez mais lambuzado de dentro de mim. Até que me segurou firme pelos cabelos e começou a meter com força, fodendo essa sua putinha do jeito que ela sempre quis desde que te beijou pela primeira vez. E eu gemia cada vez mais alto, pedindo mais, pedindo pra você me comer com força. “Isso, chama meu nome! Grita, putinha! Grita!”. Não demorou muito pra que eu gozasse no seu pau, e você pudesse me sentir contraindo, apertando a buceta em torno dele. Relaxada com o orgasmo, fui deslizando na cama, e você deitou em cima de mim pra me comer de bruços, do jeito que sei que você gosta.


Afastando minhas pernas com as suas, meteu fundo e recomeçou. Mordia minha orelha, puxava meus cabelos, enquanto socava com força. “Goza pra sua putinha, goza”, e eu sentia sua respiração ofegante na minha nuca, você gemendo cada vez mais, denunciando o orgasmo que não tardaria a vir. Quis gozar de novo, junto com você, e passei a mão por baixo do meu corpo pra me tocar enquanto você metia. Com a bunda empinada enquanto me masturbava, gemia alto a medida que seu ritmo aumentava. Me tocava na mesma velocidade, mexendo os quadris e contraindo a buceta pro gozo vir rápido, junto com o seu. Pouco antes de gozar novamente, ouvi seu gemido mais alto, longo; seu “Vou gozar!” saiu por entre os dentes e pude sentir o líquido quente dentro de mim. Extasiado, relaxou o corpo sobre o meu e ainda ficamos assim por um tempo, não sei dizer quanto. Distraída pelas batidas aceleradíssimas do seu coração, que eu sentia bater nas minhas costas, meu pensamento era que o destino tinha falhado na tentativa de nos separar, pois pelo menos ali, naquele momento, não só seu corpo, mas seu coração também era meu.
— Bárbara.



asbiritas

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Jornal israelita promove site de notícias com vídeo de sexo

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Vídeo apenas foi transmitido online, mas a polémica já chegou ao parlamento israelita



O mais antigo jornal de Israel, o «Ha`aretz», chocou a Terra Santa ao usar um vídeo publicitário de sexo para promover a sua nova página na internet. O vídeo apenas foi transmitido online, mas a polémica já chegou ao parlamento israelita, escreve o «The Huffington Post».

Nas imagens podemos ver um casal a ter relações e a passar por várias posições. Enquanto a rapariga geme, o homem fala com a câmara de televisão. Queixa-se de que não está a aprender nada e diz: «Há uma ligeira sensação de "estive lá, fiz isto"». No fim, o rapaz conclui: «A vida não é tão interessante como o novo site do Ha`aretz». E a ideia original é mesmo essa, provar que o sexo não é tão bom quanto a nova página.

Os 53 segundos de duração do anúncio têm sido considerados pornografia, ainda que não explícita (soft porn). Pnina Tamano-Shata, vice-presidente do Parlamento israelita, já enviou uma carta ao diretor do jornal, Amos Schocken, exigindo que o vídeo seja retirado da internet e, ainda, que o «Ha`aretz» peça desculpa aos leitores pelo «sexismo flagrante» das imagens.

Alguns meios de comunicação social garantem, também, que vários funcionários do jornal assinaram uma petição queixando-se do «conteúdo pornográfico» e da visão sexista devido à ausência de diálogo da jovem no anúncio.

O anuncio já foi visto no Youtube por mais de 210 mil pessoas.




TVI24

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Pessoas que fazem sexo regularmente ganham mais dinheiro, diz estudo

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Quem tem relações sexuais pelo menos quatro vezes por semana recebe salário maior


Salário é 5% maior em comparação com o das pessoas que fazem sexo esporadicamenteFoto: Getty Images

Desfrutar de uma vida sexual ativa não é apenas satisfatório, mas pode ser também a chave para ganhar dinheiro, segundo pesquisa da Arglia Ruskin University. Pessoas que fazem sexo pelo menos quatro vezes por semana recebem salário maior do que as que não têm vida sexual ativa. As informações são do Daily Mail.

As 7,5 mil pessoas com idades entre 26 e 50 anos que participaram da pesquisa responderam questões sobre saúde, atividade sexual, situação de emprego e salário. Os entrevistados que faziam sexo quatro vezes ou mais por semana tinham salário 5% mais alto do que os demais. O grupo que tinha a vida sexual totalmente inativa apresentou salário 3% menor do que o que quem fazia sexo esporadicamente.

Não fazer sexo suficiente pode levar indivíduos que sofrem de solidão à ansiedade e depressão, alertou o estudo. “As pessoas precisam amar e serem amadas, na ausência destes elementos, muitas se tornam suscetíveis a problemas que interferem na vida profissional”, disse o autor da pesquisa Nick Drydakis.

Terra Brasil

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Prostitutas de Zurique deixam as ruas para trabalhar em "garagens do sexo"

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Os chamados "sexboxes" têm aparência de garagens e serão instalados em uma zona industrialFoto: EFE

As prostitutas de Zurique trabalharão a partir da próxima segunda-feira nas novas "garagens do sexo" na periferia da cidade, com o objetivo de eliminar a prostituição popular no centro da cidade, e garantir maior proteção às profissionais do sexo.

Os chamados "sexboxes" têm aparência de garagens e serão instalados em uma zona industrial que será sinalizada com um guarda-chuva vermelho, um símbolo conhecido especialmente na leste europeu para sinalizar zonas de prostituição.

Os clientes, que só poderão entrar de carro e sozinhos, estacionarão seus veículos no local e contratarão seus serviços entre as 19h e as 5h.

Essa medida faz parte da revisão da Lei sobre a Prostituição, ratificada em referendo pela cidadania de Zurique em março de 2012 e que entrou em vigor no princípio deste ano.

A área é uma espécie de avenida em formato circular cercada de vegetação e enfeitada com guirlandas luminosas, e a velocidade máxima permitida será de 10 km/h.

Após entrar no espaço, os clientes poderão negociar com de 30 a 40 prostitutas os preços, entrando em seguida em uma das nove garagens ou em um dos dois cubículos menores que foram instalados para os clientes que preferirem sair de seu veículo.

Essas 11 cabines, parecidas com lava-jatos, são equipadas com banheiros com chuveiros, e contam com um botão de alarme para o caso de a prostituta se sentir em risco.

Além disso, as prostitutas, que precisarão ser maiores de 18 anos e ter uma autorização especial da prefeitura, terão um pavilhão onde poderão descansar, lavar-se ou receber assistência de forma permanente de um ginecologista ou psicólogo.

A área é uma espécie de avenida em formato circular cercada de vegetação e enfeitada com guirlandas luminosasFoto: EFE

A polícia municipal vigiará para que não haja distúrbios e controlará aos clientes agressivos.

No entanto, com a finalidade de preservar a intimidade e a discrição dos clientes, não haverá vigilância por vídeo nem presença policial permanente, apenas controles esporádicos.

A partir da abertura destes lugares de encontro, só ficarão autorizadas duas zonas dentro da cidade para oferecer serviços sexuais nas ruas, uma no sudeste e a segunda no bairro de Niederdorf, na parte antiga.

Um dos objetivos da iniciativa, que as prostitutas viram com bons olhos por considerar que estarão mais protegidas que nas ruas, era eliminar a prostituição da avenida Sihlquai, junto ao rio Sihl, uma zona residencial e de negócios pelo dia e que pela noite se transformava em uma espécie de "bairro vermelho", onde inclusive havia engarrafamentos de madrugada.

A prostituição é legal na Suíça e o comum nasgrandes cidades é que haja zonas demarcadas onde as profissionais do sexo, previamente registradas, podem exercer seu trabalho.

As autoridades admitiram que precisarão esperar cerca de três meses para comprovar o funcionamento das garagens, quando o reboliço midiático diminuir e os clientes começarem a realmente frequentar.

O governo local investiu cerca de 1,7 milhão de euros na construção das instalações e deverá gastar mais de 500 mil euros anuais em sua manutenção e funcionamento.

Terra Brasil

Jovens podem usar viagra?

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Alguns querem retardar a ejaculação, outros querem ter uma melhor ereção.

Todos sabem que o Viagra é um remédio bastante usado por homens idosos, mas algo que está tornando muito comum é o uso do remédio por jovens, o uso é recomendado para quem tem disfunção erétil, tanto para jovens quanto para homens mais velhos, o que acontece é que o homem usa sem ter o conhecimento, se tem o problema ou não, geralmente o usam por insegurança ou para se "divertir um pouco mais". Porém, vale ressaltar que o uso do Viagra por pessoas saldáveis é nenhum, o mesmo que ingerir um copo de água.

O uso do medicamento pode ser mais nocivo para a saúde do que se imagina, o uso continuo pode causar dores de cabeça, enjoo e rubor facial. Além disso pode causar um efeito psicológico grave no jovem, de achar que só irá ter ereção com o uso do remédio. Portanto faz muito mal usar esse tipo de medicamento, é preciso passar em um médico e analisar a sua real situação, se precisa de algum tratamento ou não. Pode ser algo da sua cabeça!

Lembre-se que quando tiver experiência, a ansiedade acaba e a vida sexual será bem mais prazerosa, que tal deixar para usar os famosos Viagras para quando tiver mais velho e precisando realmente disso.

Comerciais engraçados do Viagra:

O Viagra é um remédio popular no mundo todo e que fatura bilhões entre casais, mas para se tornar tão popular assim as fabricantes apostam muito nos seus comerciais engraçados.








Curiosidades 10

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

46 Coisas Que Eles Adorariam Que As Namoradas Soubessem

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Na semana passada, perguntamos aos nossos leitores o que eles gostariam de dizer às namoradas, mas não têm coragem. Registramos 508 participações – o que indica que eles também não se sentem muito à vontade para abrir o jogo com elas. Agora chegou a hora de conferir a lista que criamos com base nas respostas dos homens. Mulheres, atenção: alguns dos itens abaixo são ótimas dicas do que vocês podem fazer para dar aquela apimentada no relacionamento.

O que você gostaria de dizer para a sua namorada, mas não tem coragem?

1. Queria saber com quantos você já transou e quem são, mas tenho medo da resposta.

2. Gosto MUITO de você, mas acho você deveria fazer a sobrancelha.

3. Gostaria que você fizesse beijo grego sem eu pedir.

4. Suas atitudes são tão importantes quanto a sua beleza. Que tal tomar alguma?

5. Quando digo que vou apenas sair com amigos, não fique irritada – eu não tenho a menor intenção de traí-la.

6. Já pensei em ficar com muitas de suas amigas, mas isso não quer dizer que pretendo trair você.

7. Seria bom se você visse o futebol comigo.

8. Aquele seu amigo quer, sim, te comer. E eu acho que você já sabe disso.

9. Por que tem sempre que ser com a luz apagada?

10. E aí, que tal deixar o buraquinho da frente em paz hoje e partir para um anal?

11. Adoro quando você me deixa gozar dentro da sua boca… Melhor ainda se engolir! Isso não a torna uma puta.

12. Amor, vamos fazer um ménage masculino? Quero brincar de dupla penetração em você.

13. Suas frescurinhas e nojinhos sobre sexo – esses seus “não me toque aqui ou ali” – são brochantes e me fazem pensar se vale a pena ou não ficar com você.

14. Ouvir um “eu te amo” ou um “quero ficar com você” são coisas importantes para nós. Às vezes também somos inseguros e você não se da conta disso.

15. Uma passada de mão por debaixo da mesa sempre é bem-vinda, até em locais públicos – PRINCIPALMENTE EM LOCAIS PÚBLICOS.

16. Seria bom se você conversasse com meus amigos. Dividir meu tempo entre você e eles é terrivelmente difícil. Poder ver os dois ao mesmo tempo seria uma excelente ideia.

17. Amor, eu transei com mais mulheres do que você imagina.

18. Não é legal dormir de conchinha, porque o seu cabelo me sufoca.

19. Às vezes eu preciso de um tempo sozinho, e isso não significa que eu não ame mais você, só que eu preciso de um descanso. Afinal, o que você prefere: um namorado que não aguenta parar em pé ou um namorado bem disposto?

20. Amor, assim como você precisa comprar sapatos, eu preciso jogar videogame.

21. Eu queria muito, mas MUITO experimentar um ménage, e gostaria que você tivesse a mais plena certeza de que isso não afetaria em nada nosso relacionamento.

22. Te acho bonita e interessante. Mas que tal fazer um regime ou uma academia?

23. Quando eu te pergunto algo, responda! Não venha com “não sei / talvez / tanto faz”. Isso só faz que eu me irrite e perca a vontade de fazer qualquer coisa.

24. Você pode pagar a conta dessa vez?

25. Você não pode depender tanto assim de mim. Tenha amigas!

26. Amor, eu te amo e você sabe muito bem disso, mas não precisamos ligar um pro outro todos os dias das nossas vidas!

27. Sua mãe é muito chata.

28. Adoro quando você se arruma toda, passa uma maquiagem básica, arruma o cabelo pra gente sair… Mas não entendo o motivo dessa sua obsessão por cabelo liso… Passar horas e horas dentro de um salão de beleza só pra ALISAR o cabelo? Pra que? Você pode – e deve – ser feliz do jeito que é.

29. Mais sexo é igual a mais amor.

30. Trate minhas bolas com carinho.

31. Por que você não geme? Não estou transando com uma boneca inflável…

32. Sabe essas minhas amigas que você tanto critica? Pois é, já peguei a maioria e te falo que elas não são tão ridículas quanto você pensa.

33. Me sinto humilhado pelo fato de você ganhar mais que eu no final do mês, mas sigo como se nada estivesse acontecendo. Lavo algumas louças a mais para compensar e isso me ajuda psicologicamente.

34. Se quiser me deixar com um tesão absurdo, saia de vestido e sem calcinha. Me mostre quando estivermos em algum lugar público, que pode ser um restaurante ou cinema.

35. Não ache um absurdo eu não reparar que você cortou as pontas do cabelo. Pra mim está igual!

36. Cuidado com os dentes no boquete.

37. Posso colocar a mão dentro da sua calcinha aqui no cinema mesmo?

38. Adoro ver você se masturbando.

39. O melhor jeito de acordar não é com beijinho, e sim com um lindo boquete matinal.

40. Não é porque uma mulher curtiu ou comentou alguma coisa no meu Facebook de forma “suspeita” que eu necessariamente tenho (ou já tive) algo com ela.

41. Boquete é boca, língua, mãos e OLHOS.

42. “Desfile” apenas de calcinha e camiseta dentro de casa. Você não sabe o poder deste ato.

43. “Também” não é resposta para “eu te amo”.

44. Ficar fazendo voz de gatinha manhosa o tempo todo é irritante.

45. Fale. Diga o que sente. Se não disserem, não conseguiremos adivinhar NUNCA. Aliás, temos preguiça disso.

46. Não me peça para escolher uma roupa dentre duas, sendo que no final não vai usar a que escolhi.



Casal sem vergonha