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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Eis o primeiro supercarro de titânio, mas com preço de ouro: R$ 9 mi

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Há alguns anos que a galera está falando do Icona Vulcano, o primeiro supercarro da montadora italiana Icona. Ele foi apresentado como conceito em 2010 e desde então vem circulando os eventos automobilísticos pelo mundo.

O que ele tem de tão legal assim? É o primeiro carro construído com carroceria de titânio e fibra de carbono.

Mas não pense que é apenas isso: os caras também motorizaram o veículo para ser capaz de rivalizar com grandes supercarros no mundo.

Por baixo do capô há um potente V8 de 6.2 litros que despeja 670 cavalos de potência e faz dos 0 a 100 km/h em 2,8 meros segundos. Sua velocidade máxima é de 335 km/h.

É, dá para bagunçar os cabelos.

E não pense que o design ficou para trás nesse bólido. Suas formas foram inspiradas no avião mais rápido do mundo, o Blackbird SR-71. Dê uma olhada nesse carro e me diz se ele não ficou com uma cara invocada?

Com todos esses detalhes, claro que não poderiamos esperar que a máquna fosse ser baratinha. Realmente não é. Aliás, bem o oposto disso — os caras chutaram os valores para o alto. Cada veículo custará US$ 2.8 milhões, o que dá pouco mais de R$ 9 milhões atualmente. Ah, sem falar nas taxas, certo?

Bom, de qualquer jeito é sempre legal admirar. Então aí vai:








El Hombre

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Mais rápido do mundo? Supercarro “Keating Bolt” foi desenvolvido para atingir 547 km/h

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Protótipo da empresa britânica Keating Supercars quer bater recorde atual de 431 km/h registrado por Bugatti Veyron em 2012

Desenvolvido especialmente para quebrar o recorde de velocidade na categoria dos supercarros, o Keating Bolt foi apresentado ao mundo em setembro de 2013, pela empresa britânica Keating Supercars. Equipado com motor 7.0 litros LS7 V8 e potência de 800 cavalos, o protótipo é capaz de atingir os 340 mph (milhas por hora) ou incríveis 547,18 km/h, conforme garante o fabricante.



Em entrevista ao jornal Manchester Evening News, Tony Keating, engenheiro e idealizador do projeto, prometeu - ainda quando o carro estava sendo construído – que o Bolt seria preparado para ir muito além do recorde: "Não queremos apenas para bater o recorde, queremos colocá-lo fora do alcance de qualquer outro fabricante”, declarou.



O desempenho do Bolt poderá ser conferido em prova que ocorrerá no final desde ano em Ras al Khaimah, nos Emirados Árabes Unidos. Além da velocidade máxima surprendente, o fabricante garante que o carro faz de 0 a 60 mhp (0 a 97 km/h) em apenas dois segundos.



A Keating Supercars quer retomar a posição que ocupou em 2009, quando um de seus outros três supercarros já produzidos alcançou os 260,1 mph (419 km/h) em prova realizada em Salt Lake Flats, Califórnia. O atual recordista é um Bugatti Veyron, que em 2012, atingiu a marca de 268 mph (431 km/h).

Assista em vídeo a apresentação oficial do Keating Bolt (em inglês):



Pense Carros

terça-feira, 1 de outubro de 2013

De Hitler aos Hippies: a Kombi no cinema em dez filmes

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Wilson Roberto Vieira Ferreira



A Volkswagen anunciou o encerramento da produção da Kombi no Brasil, o último país que ainda produzia esse veículo. Junto com o fusca, a Kombi transformou-se em um arquétipo moderno e o significante cultural de uma constelação de conceitos que vão da esfera política às noções espirituais de jornada e liberdade. A presença da Kombi no cinema vai refletir esse imaginário irônico onde, apesar de nascido de um projeto nacionalista de Hitler e depois sintonizado com o lazer e o consumo individualista de pós-guerra, transformou-se em ícone da contracultura e representante de um estilo de vida antimaterialista e solidário. Abaixo, uma lista de dez filmes onde a Kombi é um personagem cinematográfico com seus múltiplos simbolismos.


Ao lado do fusca, foi o veículo que fez parte do imaginário de uma geração. A Kombi (abreviação da expressão alemã “kombinationsfahrzeug” – traduzindo, “van cargo-passageiro”), nos EUA chamada de VW Bus, acabou tornando-se mais do que um veículo de transporte: deu colorido e ressonância à cultura moderna, transformando-se em um arquétipo cultural, significante de uma constelação de conceitos que vai da esfera política (contracultura e a ética anticonsumista) à espiritual (viagem e liberdade).


O Brasil era o único país que ainda produzia esse veículo. Mas, segundo a Volkswagen, a produção será encerrada dia 31 de dezembro desse ano com a produção de uma última série limitada e comemorativa unindo todas as características de design das várias versões da Kombi nesses 63 anos.



Desde o início a Kombi esteve intimamente ligada ao campo do imaginário. O veículo foi um derivado do fusca desenhado por Ferdinand Porsche na década de 1930 e que se encaixou na política nacionalista e populista de Hitler em produzir o “carro do povo”. O “Transporter” ou “Type 2” surge em 1947, com design baseado em caminhões onde a forma e a utilidade se sobrepunham ao conforto e luxo.


Do lazer de classe média à contracultura


A Kombi entra nos EUA visto como um veículo dotado de estranho design: uma espécie de caixa arredondada (contrastando com os enormes carros potentes e luxuosos de uma América consumista e vitoriosa) e com um motor simples refrigerado a ar. Ideologicamente, a Kombi atendeu a uma atmosfera coletiva de pós-guerra onde os cidadãos afastavam-se da política e da esfera pública para se concentrar na esfera privada e individualista do consumo e do lazer.



Como veículo barato e de fácil manutenção (qualquer problema mecânico era resolvido “no tranco”) tornou-se o primeiro utilitário para a nova classe média viajar para o campo, praia ou montanha. A publicidade dos anos 1950 destacava tudo isso, mas, principalmente, a sua atitude e distinção em relação aos outros carros. Ficou famosa a foto de um imenso estacionamento de shopping repleto de carros parecidos com a Kombi destacando-se imponente entre eles - veja foto ao lado.


O veículo logo chamou a atenção de jovens pertencentes a uma cultura boêmia e nômade dos anos 1950 dos círculos de Nova York e São Francisco: osbeatniks – ou “geração beat” cujo símbolo máximo foi o escritor Jack Kerouac e seu livro “On The Road” que subscreve um estilo de vida antimaterialista e solidário.


Eles já haviam subvertidos dois elementos do estilo de vida da classe média: at-shirt e a calça “rancheiro”. A primeira, de underware os jovens começam a usar como roupa social; e a segunda de roupa símbolo de status por ser usada por “rancheiros” (proprietários de casas de campo ou pequenas fazendas) passa a ser usada como símbolo de rebeldia ao ser usada sem vinco e propositalmente surrada e desbotada.



A Kombi torna-se também símbolo dessa rebeldia ironicamente subvertendo os próprios conceitos publicitários: o veículo barato, com atitude e simples. A Kombi parecia recriar o próprio conceito de propriedade, uma espécie de “do it yourself”, “faça você mesmo” que os punks e a geração X posterior retomariam mais tarde: qualquer um podia consertar um motor VW. E a procura de peças em qualquer loja reforçava esse espírito comunitário que se contrapunha à ética individualista das prestadoras de serviço das companhias de seguro e de auxílio mecânico – veja BURNETT, David. “From Hitler to Hippies: The Volkswagen Bus in America”, Thesis Master of Arts, University of Texas at Austin, 2002 – clique aqui e leia o texto.


Kombi: uma roadtrip espiritual


“On The Road” de Kerouac elegia a estrada como significante de uma busca espiritual. Nos anos 1960, músicas como “Magic Bus” do The Who e filmes como “Magical Mistery Tour” com The Beatles e “Easy Rider” com Peter Fonda e Denis Hooper ressoam na cultura pop a roadtrip como uma jornada espiritual de transformação espiritual. Seja em um ônibus (transporte solidário e coletivo) ou motocicleta (sempre em grupos), a viagem será tanto geográfica como mental por meio das drogas lisérgicas experimentadas no caminho.


E qual o companheiro mais confiável que dá um sentido de atitude e independência? A Kombi, que se transforma no ícone mais acabado da contracultura seja beatnik ou hippie.


Nessa lista de 10 filmes, percebemos três estratégias da indústria do entretenimento para estereotipar, neutralizar ou simplesmente expiar esse arquétipo de liberdade em que se transformou esse fascinante veículo: como um clichê nostálgico de uma época que morreu, como veículo de vilões estrangeiros hollywoodianos ou como insincera e oportunista estratégia de marketing corporativo da Volkswagen em, por exemplo, reeditar os velhos designs como o New Beetle ou oMicrobus.


A Kombi no cinema em dez filmes:



1. Kombi Nation (2003)
Filme neozelandês independente em estilo reality show onde três jovens saem em uma viagem em uma Kombi através da Europa com uma equipe de TV, como uma espécie de rito de passagem. Ecos distantes da mística conexão do passado entre a Kombi e a viagem como jornada espiritual. Aqui, reduzida a um “American Pie” motorizado.


2. The Bus Movie (2012)
Um precioso documentário de Damon Ristau sobre a história do “VW Bus” e a sua ressonância na cultura pop, Publicidade, rock e literatura. Ristau explora a história do VW, a partir de volta ao seu local de nascimento no pós-Segunda Guerra Mundial na Alemanha, levando o espectador a um passeio ao coração de Woodstock e do movimento contracultural. Vai à estrada e entrevista os proprietários do VW Bus de todo o mundo. Ristau pinta uma imagem mais clara de por que a "hippie van" tornou-se o símbolo internacional de liberdade, amor, aventura e amizade.



THE BUS MOVIE - A feature documentary from Firewater Film Company on Vimeo.
3. Carros (2006)

Nessa animação da Pixar/Disney temos o clássico estereótipo através de uma Kombi Hippie chamada Fillmore – referência à mítica “The Fillmore Auditorium” em São Francisco onde abrigava os shows das maiores bandas de rock dos anos 1960. Fillmore pertence a um grupo de outros antigos carros que moram em uma cidadezinha perdida no tempo na Rota 66 - referência à mítica estrada da geração beat. Vivem das reminiscências das glórias do passado. Olhar condescendente e piedoso da indústria cultural corporativa vitoriosa para os derrotados. Mas eles têm bons valores a ensinar ao protagonista Relâmpago McQueen... que o importante é competir e não vencer... ironicamente, uma mensagem em um vitorioso blockbuster!


4. De Volta Para o Futuro (1985)

Ignorando a mensagem de paz e amor que as Kombis hippie deixaram, terroristas libaneses usam o veículo em uma sequência onde armados com pesadas metralhadoras tentam roubar de Doc e Marty o precioso plutônio que necessitam para fabricarem armas de destruição em massa. Aqui Hollywood põe a Kombi nas mãos de RAVs (Russos, Árabes e Vilões em geral). Claro, porque a Kombi também é um carro estrangeiro... E não devemos esquecer que o filme foi realizado no meio da era conservadora Reagan onde todo simbolismo “democrata” deveria ser expiado.


5. Ronin (1998)
Uma Kombi verde modelo militarizado está nas mãos de gangsters russos. Como a maioria dos filmes de ação norte-americanos, um carro estrangeiro só pode estar nas mãos dos RAVs.


6. Pequena Miss Sunshine (2006)

Claro que não podíamos esquecer da Kombi amarela desse filme onde uma família de losers desajeitados e pouco adaptados ao estilo de vida norte-americano cruzam os EUA para levar sua pequena filha às finais de um concurso de beleza. O mérito do filme é desenvolver dois simbolismos associados à Kombi: a roadtripespiritual e o forte princípio de independência do veículo – como sempre ele quebra, para em seguida toda a família empurrá-lo e o motor pegar “no tranco”. A associação da simplicidade mecânica da Kombi com autonomia e liberdade.


7. I Am Kombi (2012)
Um curioso contraponto francês da visão cinematográfica da Kombi vista pelos olhos da diretora Claudia Marschal. Uma perdida e confusa Kombi decide fazer uma viagem ao redor do mundo em busca de sua verdadeira identidade. Visto através dos olhos de vários proprietários, a Kombi se depara com alguns fatos cativantes que ilustram revelações surpreendentes sobre sua reputação no passado e presente. Através de uma onipresente narração em of, somos levados a uma aventura informativa que é ao mesmo tempo divertida e misteriosa.


i am Kombi - teaser V0 from claudia marschal on Vimeo.

8. Lost (TV série – 2004-2010)

A misteriosa Iniciativa Dharma, projeto científico de pesquisa com objetivos obscuros na cultuada série de TV Lost, era formada claramente por geeks hippies que desenvolveram algum experimento relacionado à manipulação do tempo/espaço. Qual o veículo de transporte dessa Iniciativa? Uma Kombi. Veículo perfeito para um misterioso experimento que mistura ciência com misticismo, a começar pelo nome da instituição.


9. VW Bus Tour: Americana Bohemia (2009)

Um rockmentary e mais um exemplar deroadtrip. A redescoberta da América em uma Kombi. Um jovem recém-formado decide se mudar de Ohio para a Califórnia viajando de bicicleta. No meio do caminho publica um livro independente sobre sua aventura, lança um DVD com a trilha musical da viagem e continua a jornada em uma Kombi vermelha 1970. Um filme autorreferencial que tenta buscar a América profunda em uma mistura de estilos grunge e hippie.


10. Bran Nue Dae (2009)

Musical que conta a história de um jovem no final dos anos 1960 que tenta manter-se moralmente puro no Outback australiano em meio à música selvagem e mulheres à solta. Mas perde-se nos bares locais e acaba sendo colocado à força pela mãe em uma conservadora escola católica, da qual fugirá e encontrará hippies que se oferecem para levá-lo numa Kombi através das lindas paisagens desérticas. Mais uma roadtrip que associa a Kombi à jornada de liberdade e amadurecimeto espiritual.


Cinema Secreto: Cinegnose

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Rely Link quer assumir órfãos da Kombi

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Veículo pode ser aplicada no uso familiar ou profissional; preço começa em R$ 47.990


Thiago Vinholes



Foto: divulgação

Rely Link

A Rely, divisão de veículos comerciais da chinesa Chery, quer aproveitar o adeus da VW Kombi para lucrar no Brasil. A marca anunciou nesta quinta-feira (12) o lançamento da minivanLink, um veículo baseado no modelo “Van”, já à venda no Brasil, mas com acabamento melhorado e conjunto mecânico superior.

“Com a descontinuidade da Kombi abrem-se lacunas para outras marcas, como a Rely, que oferecem veículos similares com mais tecnologia e itens de conforto”, enfatiza Valdir Romero, diretor de Operações da Rely Brasil.

À venda por R$ 47.990, a Link pode transportar até 8 passageiros e a lista de equipamentos de série contempla freios ABS, airbags frontais, ar condicionado com saídas de ar no teto do veículo, espelhos retrovisores e vidros elétricos, rádio MP3 Player com entrada USB, entre outros.

A minivan Link é impulsionada pelo motor 1.3 a gasolina de 83 cavalos de potência a 6.000 rpm. Já o câmbio é manual de cinco marchas e a tração é traseira.

Assim como os outros utilitários da Rely, a Link conta com garantia de fábrica de três anos ou 80 mil quilômetros, a partir das unidades ano modelo 2013/14.



iG

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Montadora chinesa reduz preço do "carro mais barato do Brasil"

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Motor 1.1 equipado a gasolina de 68 cavalos. Carro com ar-condicionado, direção hidráulica, air bag dupo, vidros e travas elétricos, freios ABS, mp3 player e garantia de três anos. Este é o QQ, anunciado pela montadora chinesa Chery como “o carro zero mais barato do Brasil".

Um lote de 600 veículos do modelo QQ já estão a venda. O preço foi reduzido pela Chery de R$ 23.990 para R$ 19.990.

Antes do desconto, foram vendidas 1.403 unidades do modelo, segundo a federação dos distribuidores (Fenabrave).

"Nunca antes na história do Brasil houve um veículo 0 km completo por este valor, pelo menos não nos últimos 10 anos. A Chery é a primeira a anunciar uma ação como essa", afirmou o CEO da Chery no Brasil, Luis Curi, em nota.

Uma nova geração do compacto, inclusive, será fabricada no Brasil, o que foi apontado pela Chery como motivo da promoção para o QQ atual. O veículo será produzido no país a partir de 2015, em Jacareí (SP).



Bem Paraná

Audi Sport Quattro gera 700 cv e consome pouco combustível

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Conceito de corrida é um híbrido com desempenho esportivo e baixo consumo: 40 km/l


Marc Frey | 4/9/2013 15:01



Foto: Divulgação

Conceito Sport Quattro celebra os 30 anos da lenda de competições de ralis
A Audi lançou há 30 anos seu mais famoso carro de competição de ralis, o Quattro. O automóvel foi um marco na empresa alemã, pois foi nele que pela primeira vez um competidor obteve sucesso na corrida off-road e subiu ao pódio como campeão em um veículo com tração 4x4 em uma época em que o sistema costumava gerar muita manutenção e quebrava constantemente. Para celebrar o aniversário, nada melhor do que um novo sucessor para o bólido.

E o herdeiro do Quattro é o novo Audi Sport Quattro, um híbrido de duas portas e quatro lugares que para fazer jus ao nome entrega 700 cavalos de potência pelos seus motores elétrico e à combustão. O torque do Quattro, depejado nas quatro rodas, é claro, também é de tirar o fôlego: 81,5 kgfm. Para se ter uma idéia, uma Ferrari 458 Itália tem 570 cv e 55 kgfm de torque, bem menos que o conceito da Audi.

Toda essa potência coloca o Sport Quattro como líder entre os carros de alta performance da Audi. Sob o capô está um V8 de quatro litros bi-turbo alinhado a um motor elétrico abastecido via plug-in, ou seja, por meio de uma tomada. Este trabalha junto de baterias de íon de lítio de última geração no porta-malas, o que lhe possibilita gerar cerca de 150 cv e rodar quase 50 km em modo 100% elétrico.

Confira: Land Rover retoca visual do Discovery 4

O poderoso V8 do Sport Quattro trabalha em conjunto a uma transmissão Tiptronic de oito velocidades, o que auxilia o modelo a chegar a incríveis 40 km por litro combustível!

Mas será isso o suficiente para gerar tamanha eficiência energética em um veículo que alcança os 100 km/h partindo do zero em 3,7 segundos e pode chegar a 305 km/h? A resposta é que nem o motor elétrico, nem o câmbio de oito velocidades são o suficiente e a Audi teve que por na mesa todas as suas cartas. Entre elas está o baixo peso, 1.850 kg, conseguido pelo extenso uso de materiais nobres, como fibra de carbono e painéis de aço de alta resistência.

Veja também: BMW deixa escapar o M4

Não menos fundamentais ao consumo energético estão o sistema de cilindros por demanda, que desliga quatro cilindros do motor do Sport Quattro quando não exigidos e ativa-os quando necessário. O conceito ainda conta com o sistema start-stop que desliga o carro em paradas curtas e volta ligá-lo automaticamente assim que o motorista alvia o pé do freio.

Design

Envolvendo o precioso conjunto mecânico, está a carroceria do Sport Quattro. Projetado para ser superrápido, o desenho do conceito prega a funcionalidade acima da beleza, mas nem por isso a estética foi deixada de lado.

Um dos detalhes importantes do conceito e que deve fazer parte da linguagem que os demais carros da Audi deverão adotar é a grade dianteira. Emoldurada hexagonalmente, sua parte inferior é quase que totalmente vertical, enquanto a superior segue a linha da tampa do motor. Duas grandes lâminas verticais de fibra de carbono cortam as entradas de ar e deixam a aparência ainda mais agressiva.

Já a traseira do Sport Quattro remete ao conceito que a Audi mostrou no Salão de Paris em 2010 (a Audi reviveu o Sport Quattro brevemente nesta época, afirmou que iria produzi-lo e depois voltou atrás). Com lanternas traseiras em LED bem mais quadradas do que as vistas nos carros atais de produção da Audi, a traseira ainda conta com um aerofólio integrado à tampa do porta-malas e dois grandes escapamentos ovais.

O Audi Sport Quattro estará no Salão de Frankfurt, na Alemanha, evento que acontece a partir do dia 10.


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Moderno e Arrojado sobre duas rodas!

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Apesar de tratar-se de um conceito antigo, cada vez mais as bicicletas estão fazendo parte do dia a dia da população. Desde as mais simples às mais sofisticadas. E desde os primórdios, sempre carregaram seus pontos fracos: Prevenção contra roubo,armazenamento e segurança.

A nCycle, ainda é só um conceito, mas visa superar todos esses problemas, além de ostentar seu design moderno e arrojado com algumas características de alta tecnologia.

O projeto da nCycle apresenta várias inovações, incluindo um display holográficointegrado e um dock para seu smartphone, um mecanismo para dobrá-la com facilidade para um transporte mais conveniente e armazenamento, além de um mecanismo desegurança apelidado de “nLock“.



O nLock utiliza o próprio guidão da nCycle como um método de trava da bicicleta a um simples poste. O piloto simplesmente estaciona sua nCycle a um poste e fecha o guidãoem torno da estrutura para travá-lo no local. Não existe método anti-roubo perfeito, mas com certeza é uma alternativa mais elegante que uma simples corrente com seu cadeado.

A nCycle também acompanha um motor elétrico movido a bateria, alto-falantes Bluetoothe faróis integrados, a proposta futurista ainda inclui um display holográfico que espelha a tela do smartphone, com o objetivo de informar direções, velocidade e outras informações enquanto está escondido no dock da bicicleta.

Sem contar o sistema de dobra intuitivo para facilitar o armazenamento, baseado em um processo de três passos, que pode ser realizado rapidamente e com pouco esforço.

Foi idealizado pelos designers Marin Myftiu e Skyrill, mas por enquanto é só um conceito, vamos torcer para que se torne realidade e possamos desfilar com uma dessas pelas ruas!





new Toys for big Boys

sábado, 31 de agosto de 2013

BMW X1sDrive 20i: para famílias descoladas

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Quando foi lançado no Brasil em 2010, o BMW X1 chegou na versão xDrive 28i com motor 3.0 V6 de 258 cv e tração integral. O modelo “completão” beirava a casa dos R$ 200 mil. Pouco tempo depois, a marca bávara trouxe para o Brasil uma configuração bem mais acessível, a sDrive 18i, com motor 2.0 de 150 cv e tração traseira. Porém, a versão “pé de boi” trazia pouquíssimos equipamentos e um motor “chocho” para empurrar os mais de 1.500 kg do possante.

Mesmo oferecido nessas configurações tão discrepantes, o X1 tornou-se – e é até hoje- o segundo modelo mais vendido da marca no Brasil (atrás apenas do sedã Série 3). Para acabar com o 8 ou 80, a marca lançou um modelo intermediário, o sDrive 20i, que tivemos a alegria de avaliar. Equipado com um motor 2.0 turbo-alimentado, sua potência máxima chega a 184 cv (entre 5.000 e 6.250 rpm), digamos que foi uma ingeção de ânimo ao modelo. O torque é de 27,3 kgfm, máxima que é entregue cedo, já aos 1.250 rpm, e é aí que constatamos que seu desempenho é vigoroso.  Chegou-se enfim a um meio termo!

Acoplado ao motor está um câmbio automático de oito marchas com trocas suaves e precisas - a versão de entrada 18i possui apenas seis velocidades. Nas arrancadas, senti que as duas primeiras marchas, por serem curtas, fazem com que o crossover fique bem “esperto”, enquanto as duas últimas marchas, bem longas, ajudam na redução do consumo de combustível. Por falar nisso, o X1 conta com a tecnologia Eco Pro, onde o câmbio trabalha para que o carro fique menos "beberrão" e, há ainda, o  sistema Start-Stop, que desliga o propulsor quando o carro para e o liga automaticamente quando o motorista alivia o pedal do freio.

O legal deste sistema é que ele atua de maneira inteligente. Se você entra em um congestionamento, por exemplo, o veículo reconhece as paradas constantes e deixa de desligar o motor. Caso o condutor se canse do liga e desliga, ele pode desativar o sistema através de um botão no painel. Simples assim.

SAV, não SUV

Não há um erro de digitação aqui, SAV é como a BMW batizou o X1. A sigla quer dizer sports activity vehicle ou uma nova forma de se dizer crossover. A mistura de estilos é clara, há quem compare o modelo a alguns utilitários esportivos, mas ele também tem um “quê” de hatchback e de perua. Os vincos que atravessam as laterais permanecem atuais e são arrematados pelas rodas aro 18, completando o visual.

Embora seja um carro baixo, a posição elevada de dirigir é ótima e dá a impressão de se estar mesmo em um carro mais alto. Aliás, o condutor viaja confortavelmente, graças à posição, aos ajustes de apoio lombar no encosto e, claro, ao prazer de dirigir que este SAV proporciona.

Mesmo com dimensões generosas – 4,45 metros de comprimento, 1,7 m de largura e 1,54 m de altura – a visibilidade é boa e as manobras são fáceis de se realizar. Nas curvas, o comportamento é exemplar e a suspensão  firme transmite mais segurança, porém sem gerar qualquer desconforto aos passageiros.

Caso pise com um pouco mais de vontade e a traseira dê uma escapada (lembre-se que o eixo possui tração traseira, apenas), o controle de estabilidade ajuda colocar o carro de volta à trajetória.

Na medida para a família

Com 2,76 metros de entre-eixos, o espaço interno dá a impressão de ser maior do que realmente é. Nao chega a ser tão espaçoso, mas acomoda direitinho os cinco ocupantes e mostra que tem  vocação familiar. O porta-malas comporta 420 litros, porém, com os bancos traseiros rebatidos o volume pode chegar a 1.350 litros.

O acabamento da cabine é mais simples e não chega a ostentar o requinte dos modelos mais caros da marca, no entanto possui materiais de bom gosto. Os porta-objetos são poucos, há bolsos nas laterais das portas e um estranho porta-copo no console central, que fica meio deslocado. Felizmente, ele pode ser retirado e guardado em um espaço exclusivo para ele entre os bancos dianteiros.

Queridinho

A versatilidade do X1 e o status “descolado” que ele passa, embora seja um carro familiar, vem conquistando os brasileiros. De janeiro a julho de 2013, foram vendidos 1.465 exemplares do modelo, números que incluem as duas versões oferecidas pela marca atualmente, 18i e 20i. Por R$ 136.750, a versão que avaliamos oferece um bom custo-benefício para quem está pensando em adquirir um veículo premium e quer começar ostentando o símbolo da BMW sob o capô.



Carros - iG

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

LR mostra seus primeiros SUVs híbridos

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Modelos com motores diesel e elétrico participarão de expedição de 16 mil quilômetros

Marc Frey


Foto: Land Rover
A marca testou os modelos em uma expedição de 16.000 km, do Mediterrâneo a Ásia

Com a crescente preocupação com o meio ambiente, os carros tiveram suas reputações colocadas em cheque. Normas mais rígidas em relação a emissões de poluentes entraram em vigor e obrigaram as montadoras a se adaptarem neste novo cenário. O downsizing, ou diminuição do tamanho dos motores, é uma das respostas tecnológicas. Mas existe uma alternativa ainda mais eficiente: os veículos híbridos. Combinando motores à combustão com elétricos, eles são extremamente eficientes no consumo de combustíveis e, consequentemente, menos poluentes.

Quem não poderia ficar de fora desta que é mais do que uma tendência de mercado é a aventureira Land Rover. A marca britânica ingressa pela primeira vez no segmento dos veículos híbridos com muito estilo, lançando de uma vez dois modelos e já engatando uma expedição entre a Inglaterra, país de origem da marca, e a Índia, terra da Tata Motors, o grupo controlador da LR.

Para estrelar a nova fase da Land Rover os modelos escolhidos são o Range Rover Hybrid, baseado no Vogue, e o Range Rover Sport Hybrid. Ambos contam com a já conhecida motorização 3.0 V6 turbo diesel, só que desta vez combinada com um novo motor elétrico capaz de gerar 47 cv. O resultado é um veículo de 340 cv e 71,4 kgfm de torque que polui 26% menos do que a versão comum.

Segundo a Land Rover, os híbridos são capazes de rodar em modo elétrico a até 50 km/h por 1,6 km, sem ao menos acionar o motor a diesel. O sistema elétrico, composto por baterias de íons de lítio, inversor e um motor elétrico, pesa 120 kg e também é capaz de absorver parte da energia dissipada pelos freios.


iG

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Evoque 2014 tem câmbio de 9 marchas

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Nova transmissão com mais velocidades torna o SUV de luxo mais seguro, econômico e esportivo

Marc Frey

Foto: Divulgação

Range Rover Evoque já está em 2014

O Range Rover Evoque é um dos maiores sucessos da Land Rover. Foram mais de 170 mil unidades vendidas desde seu lançamento, 18 meses atrás. Apesar da pouca idade, o SUV de luxo britânico já apresentou as primeiras modificações para ingressar com o pé direito em 2014.

Entre as principais mudanças estão o câmbio automático de nove velocidades. Mostrado pela primeira vez no Salão de Genebra, em março deste ano, o ZF-9HP torna o carro 10% mais econômico e diminui a emissão de poluentes na mesma proporção.

Mas as novidades não param por aí. O chamado Active Driveline é o primeiro 4x4 por demanda do mundo. O sistema monitora a dinâmica do veículo e automaticamente conecta e disconecta a tração integral quando necessário. O torque nas rodas traseiras ainda é distribuído eletronicamente, otimizando a estabilidade e a tração. O resultado é mais segurança, eficiência de consumo de combustível, agilidade e conforto, segundo a empresa.

Carros - iG

terça-feira, 20 de agosto de 2013

O segundo carro mais caro do mundo é uma antiga Ferrari 1967

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MAS É UMA FERRARI 275 GTB 4 NART SPIDER



Só dez unidades foram produzidas no ano de 1967 e, por isto, esta Ferrari se transformou no segundo carro mais caro da história, ao ser leiloada nos EUA por 27,5 milhões de dólares (R$ 66 milhões).

Trata-se de um modelo conversível 275 GTB/4 NART Spider, do pequeno lote encomendado pelo ítalo-americano Luigi Chinetti, quando decidiu oferecer aos seus clientes um carro realmente exclusivo.

A identidade do comprador não será revelada, e toda a grana do leilão irá para instituições de caridade. Meno male!



Ela só perde para a Mercedes-Benz W196 de Fórmula 1, pilotada por Juan Manuel Fangio em meados dos anos 1950, e que foi arrematada em julho passado por US$ 29,6 milhões (R$ 71 milhões).

Recentemente, modelos como um Ford GT40 1968 e uma Ferrari 250 Testa Rossa também conseguiram ultrapassar a marca mágica de US$ 10 milhões em leilões super disputados.

Clique nas imagens acima para ampliar e veja outras fotos desta preciosidade no AutoBlog.


Matéria Incógnita
Leia mais em: http://www.materiaincognita.com.br/o-segundo-carro-mais-caro-do-mundo-e-uma-antiga-ferrari-1967/#ixzz2cYLfSwPX

Carro dobrável "Armadillo-T" promete resolver falta de espaço em estacionamentos

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Desenvolvido por Instituto de tecnologia da Coreia do Sul, veículo elétrico mede apenas 1,65 m de comprimento quando dobrado

Protótipos inovadores no sentido de melhorar a qualidade de vida dos motoristas são sempre bem-vindos no mercado.

E é com a missão de reduzir a dificuldade cada vez maior de se encontrar vagas para estacionar veículos nas cidades, que foi desenvolvido na Coreia do Sul, o protótipo de carro elétrico Armadillo-T (em tradução para o português "Armadillo" seria “Tatu”, em alusão à capacidade que o animal possui de se enrolar), que pode ser "dobrado" para ocupar menos espaço.

O Armadillo-T sem estar "dobrado", mede 2,8 metros de comprimento.


Anunciado nesta terça-feira, dia 13 de agosto de 2013 pelo Instituto de Ciência e Tecnologia KAIST (Korea Advanced Institute Of Science & Technology), o protótipo coreano possui medidas pequenas já em sua posição inicial, quando está pronto para circular pelas ruas: seu comprimento é de 2,8 metros.

Porém, o veículo chega a atingir incríveis 1,65 metros quando dobrado, por meio de um sistema de retração em sua parte traseira. Segundo os pesquisadores responsáveis, o Armadillo-T ocupa apenas um terço de uma vaga de estacionamento projetada para veículos convencionais, podendo dividir o espaço restante com outros duas unidades do mesmo tamanho.


Ao ser reclinado, o protótipo fica com apenas 1,65 metros de comprimento. 


Segundo informações da KAIST, o veículo elétrico de 500 quilos foi projetado para dois ocupantes e atinge uma velocidade máxima de 60 km/h.

É equipado com uma bateria de 13.6 kWh com capacidade de carga rápida (10 minutos), que permite ao carro rodar por um percurso de até 100 quilômetros.


Pense Carros

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Scooter feita com maconha é considerada a mais sustentável do planeta

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Veículo fabricado na Holanda a partir de plantas traz composição livre de plásticos e metais

Seria possível fabricar um veículo sustentável apenas com materiais não poluentes? Uma empresa holandesa chamada Waarmakers garante que sim ao lançar a scooter elétrica Be.e, concebida principalmente a partir de plantas – incluindo até maconha na composição.


O objetivo da empresa responsável pelo projeto é comprovar que fibras naturais sustentáveis podem sim, substituir as estruturas já produzidas em aço para o mercado automotivo, oferecendo o mesmo desempenho e potência.


A estrutura do veículo elétrico “mais verde do planeta” - que será testado oficialmente a partir de 2014 em Amsterdam, na Holanda - é composto por bio-resina, linho, cola e cânhamo (maconha).

De acordo com o fabricante, o grande feito do projeto desenvolvido em parceria com outras empresas locais (a Van.eko, a Nabasco - o fornecedor do bioplástico - e o centro de pesquisa da Universidade Inholland) é a estrutura de monobloco de alta resistência, que dispensa cerca de 50 itens normalmente incluídos na fabricação de veículos convencionais.

>> Clique aqui e veja em vídeo a Be.e Scooter em ação



Desempenho
A scooter ecológica Be.e é capaz de realizar percursos e velocidades razoáveis para sua categoria. Com velocidade máxima de até 90 Km/h, ela necessita de apenas sete segundos para ir de 0 a 50 quilômetros por hora.

A simpática Be.e é equipada com bateria de até duas horas de duração, compatível com tomadas de 220V. Seu recarregamento se dá em cerca de 4 horas. Como diferencial o veículo traz tambérm um vidro frontal especial contra chuvas, que melhora a visão do condutor.


A princípio, o fabricante declara que a e-scooter não será comercializada. A ideia é disponibilizar o produto apenas para aluguel por temporada, como já ocorre com o sistema de locação de bicicletas no país europeu.

Pense Carros

Estudante de arquitetura transforma ônibus escolar em uma casa

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Estudante de arquitetura transforma ônibus escolar em uma confortável casa sobre rodas

POR - ADAM CLARK ESTES

Ônibus escolares são tão divertidos! Os assentos flexíveis, as janelas estranhas, o motor barulhento — tudo isso talvez remonte a uma época da sua vida onde as preocupações eram poucas e a diversão, muita. Mas você já se imaginou morando em um deles? Hank Butitta já.

Em seu último semestre na faculdade de arquitetura, Butitta se cansou de fazer projetos que só existiam no papel, aqueles que se destinavam a um arquivo e ao esquecimento. Ele ficou farto de criar projetos com os quais ninguém se importava. O que ele fez, então? Comprou um ônibus escolar.

Ao longo de 15 semanas, Butitta transformou o veículo em uma casa moderna e bem estilosa. Equipado com todas as conveniências necessárias, incluindo duas camas, uma pequena cozinha e banheiro, o ônibus convertido em casa é capaz de rivalizar com qualquer veículos do tipo em funcionalidades — mantendo sua aura de único de sua espécie. Depois da apresentação final do seu trabalho, Butitta e alguns amigos embarcaram em uma viagem de oito mil quilômetros para testá-lo. De acordo com seu site, Hank Comprou Um Ônibus, o grupo ainda está na metade do caminho e a julgar pelas fotos, o ônibus é um sucesso. [Home Designing]
A vista interna a partir dos fundos do ônibus


E da frente para os fundos


As camas armadas


A cama definitiva


As camas e a saída de emergência funcionam como belos assentos


O assento do motorista


A história


Os preparativos finais



Imagens por Justin Evidon

Gizmodo Brasil

Chevrolet apresenta novo Agile 2014 reestilizado na Argentina

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Compacto ganhou linhas mais agressivas e novo volante multifuncional de série

A Chevrolet escolheu a Argentina para lançar o novo Agile 2014, que traz como principal diferencial, o design renovado. As primeiras fotos do compacto foram divulgadas nesta sexta-feira, dia 16 de agosto de 2013.

Entre as mudanças mais marcantes do hatch estão em sua parte frontal, que ganhou novos faróis, nova grade e para-choques redesenhados.
Chevrolet apresenta novo Agile 2014 reestilizado na Argentina - 16/08/2013


A parte traseira também ganhou novas linhas, que segundo o fabricante, o deixaram mais robusto e com aspecto “agressivo”. Completam o novo visual, rodas de liga leve aro 16’’ (na versão LTZ).
No interior, os fãs do Agile vão encontrar um novo volante multifuncional de série, com comando de áudio, computador de bordo (em todas as versões), faróis automáticos e função cruise control de estabilidade de velocidade.
Chevrolet apresenta novo Agile 2014 reestilizado na Argentina - 16/08/2013



Motorização
Equipado com motor 1.4L capaz de desenvolver Até 92 cavalos de potência a 6.000 rpm, o automóvel produzido na Argentina conta ainda com sistema de diagnóstico de emissões poluentes (EOBD), alinhado com a legislação ambiental do país.

Segurança
O novo Agile também traz alterações no quesito segurança. Foram incluídos, de série, airbags duplos frontais (para motorista e passageiro) e sistema de freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD) para as três versões do modelo: LS, LT e LTZ.

Preços
A General Motors anuncia o automóvel na Argentina com preços a partir de R$ 37.600. Especula-se que no Brasil, o automóvel chegue razoavelmente mais barato, em torno dos  R$ 37 mil.

Garantia e cores
Segundo a montadora, o Agile possui garantia de dois anos (sem limite de quilometragem) e estará disponível em dez diferentes cores: Branco Summit, Prata Polaris, Preto, Bege Desert, Vermelho Pepper, Vermelho Chili, Verde Lotus, Cinza Rusk, Azul Infinity e o Azul Aquamarine (novidade).

Pense Carros